Estamos quase no Natal, e quando chega esta altura, a televisão é inundada com anúncios de brinquedos, aqui ficam alguns dos que me lembro melhor...
Playmobil
Lego
Micro Machines
Agora para as meninas, que este blogue é democrático!
Barbie
É um dos grandes clássicos da BD francófona. Esta série foi criada por E. P. Jacobs (que apesar de todo o mérito de Hergé) era quem desenhava e retocava a maioria dos primeiros albuns de Tintim.
Hoje em dia existem grandes multinacionais, como a General Motors ou a Microsoft, são empresas poderosas e têm capacidade financeira para terem fundos mais elevados que o PIB da maioria dos países do mundo. Mas não existe (e provavelmente não exisitirá nestes moldes) nenhuma que se aproxime do poder da VOC (Vereenigde Oost-Indische Compagnie), ou seja a Companhia Holandesa das Índias Orientais. 

MMS - Movimento Mérito e Sociedade
MPT - Movimento o Partido da Terra
Existem vários géneros de videojogos (para os conhecerem vejam neste arquivo do blogue), mas existe um em particular que está a atravessar uma fase crítica: Os jogos de Aventura. De facto estes jogos eram bastante populares nos anos 80 e inicio de 90, pois eram tecnicamente bem realizados e permitiam aos criadores explorarem a sua criatividade. Infelizmente com o avanço das consolas, as editoras tiveram de começar a criar jogos compativeis com os gostos do "jogador de consola médio", ou seja shooters e jogos de acção.
Infelizmente a Irlanda acabou por dar o "Sim" ao Tratado de Lisboa. Eu digo infelizmente pois os Irlandeses foram neste processo todo, o único povo decente, pois não foram feitos "carneirinhos" atrás dos grandes decisores Europeus e votaram um rotundo "Não" em Junho de 2008. A Irlanda não se sentia esclarecida. Mas a UE que quer ver aprovado o Tratado dê lá por onde der (que curiosamente é suposto ser harmonioso e pacífico...) não respeita a opinião de um povo e de um estado soberano e voltou à carga para um novo referendo a ver se desta vez os Irlandeses votavam no "Sim". Ou seja pelos vistos os Europeus não têm autonomia, e ao votar contra as propostas comunitárias apenas se adia por uns meses o inevitável, não é esta a Europa que eu quero...