Decidi lançar uma nova rubrica dedicada a jogos antigos (mínimo 10 anos) que são perfeitamente jogáveis hoje em dia. Estou obviamente aberto a sugestões.
O primeiro jogo escolhido foi SWAT 3, lançado por uma companhia actualmente extinta, a Sierra que lançou outros clássicos como Caesar III ou Half-Life1.
Tal como o nome indica, o jogador controla uma equipa de agentes SWAT, ou seja a força policial de elite dos Estados Unidos, como líder terá de tomar todas as decisões como arrombar uma porta, que armas deverá a equipa usar e sobretudo que abordagem seguir (dinâmico ou "pela calada"). Apesar de estarmos equipados com armas, o objectivo é salvar vidas pelo que só disparamos contra os suspeitos se eles forem agressivos, caso contrário seremos penalizados.
O jogo é de 1999 mas ainda conta com gráficos bastante aceitáveis e a inteligência artificial da equipa é razoável obedecendo aos comandos dados pelo jogador, pelo que ainda hoje poderá ser jogado sem problemas.
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sábado, 14 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de maio de 2011
A Jogar: Jogos de Estratégia da Paradox Interactive
A Paradox Interactive é uma empresa Sueca de videojogos, que tem um conceito diferente no processo de criação: A opinião dos jogadores é importante. De tal modo que os jogos são criados de acordo com o feedback dado nos fóruns. Os modders são também valorizados, de tal modo que o próximo jogo da empresa vai ser liderado por um modder Português.
Crusader Kings - É um jogo muito original, pois o jogador mais do que controlar uma nação, controla uma dinastia. Além de gerir um reino, um ducado ou um condado, temos de nos preocupar com a sucessão.
O aspecto da sucessão está muito bem desenvolvido, pois a maneira como educamos os sucessores influencia a sua personalidade e se resolvermos contrair matrimónio dentro da família, os sucessores poderão nascer com problemas.
O ambiente é claramente medieval (o jogo desenrola-se entre 1066 e 1452) onde a gestão dos nossos territórios passa por delegarmos terras a nobres da nossa corte, e claro podemos sempre herdar condados ou até mesmo reinos caso estejamos na linha de sucessão;
Europa Universalis - A "jóia da coroa" da editora, um clássico dos jogos de estratégia. Aqui o jogador controla um país (qualquer país ou nação do mundo...) entre 1399 a 1801 (com as expansões), ou seja mesmo na altura das grandes descobertas. Além da gestão de exércitos e navios, é bastante importante a gestão do país que governamos;
Europa Universalis Rome - Este jogo acaba por ser um híbrido entre o Crusader Kings e o Europa Universalis. Temos a gestão da dinastia mas não tão aprofundada e temos novamente a gestão de uma nação. Tal como nos outros dois jogos anteriores, podemos controlar Portugal, neste caso os Lusitanos entre 280 a.C e 27 d.C. Aqui os territórios conquistam-se de dois modos, conquista directa ou por nível civilizacional;
Hearts of Iron - Aqui controlamos uma nação moderna (podemos literalmente controlar qualquer país, desde os Estados Unidos às Seychelles) no período entre 1936 e 1948, ou seja inclui a 2ª Guerra Mundial.
Cabe ao jogador levar a sua nação a uma das grandes alianças, ou manter-se neutro ao longo da guerra, caso controle uma nação poderosa poderá mesmo inverter a história;
Victoria - Em Victoria controlamos uma nação entre 1836 e 1936. No auge da era colonial, onde os grandes países Europeus disputavam entre si o maior numero de colónias possível.
Tem também grande relevo, a Revolução Industrial.
Este é o jogo com maior componente de gestão, onde se gere tudo, incluindo o partido no poder. Tendo em conta a época temporal, corremos sempre o risco de entrar na 1ª Guerra Mundial, mas podemos sempre inverter o curso da História...
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A Jogar: Call of Duty: Modern Warfare 2
Sequela do jogo que saiu em 2008 e que foi alvo de um post aqui no blogue. Tal como o seu antecessor, é... brilhante. A história segue 5 anos depois do jogo original, onde existe uma tensão entre os EUA e a Rússia. Apesar de este tema parecer muito "batido" a abordagem feita nesta versão é diferente, sendo por base de atentados e bastidores políticos. Seguindo o esquema dos anteriores Call of Duty, existem várias personagens para controlar. Nos níveis em que controlamos as forças especiais Britânicas, controlamos um soldado de elite com recurso a sniper e uma abordagem silenciosa. Nos níveis em que controlamos um soldado Americano estamos no meio de um teatro de guerra, onde temos maior numero de lutas corpo a corpo e onde não há tempo para uma táctica elaborada.
Os gráficos estão muito bons, as vozes e sons são de qualidade e o ambiente geral está muito bem representado. O único ponto negativo tal como no anterior volta a ser a curta da duração do jogo, pois em perto de 6 horas temos o jogo terminado. Para compensar temos pequenos niveis para desbloquear mas... sabem a pouco. Apesar de tudo, tenho de reconhecer que apesar da campanha ser curta é bastante intensa.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
A Jogar: Crayon Physics Deluxe
Existem coisas simples que nos maravilham, por isso mesmo, por serem simples... Crayon Physics é um desses exemplos. O jogador limita-se a desenhar para passar os níveis.
O objectivo principal do jogo é conseguirmos que uma pequena bola vermelha toque numa estrela, e de acordo com o tema dos níveis teremos de desenhar objectos como rampas ou quadrados para ajudar a bola a chegar ao seu objectivo.
Não esquecer é o segundo nome do jogo: Physics, é que a física também conta, a gravidade tem o seu papel.
Este jogo tem apenas 20 mb mas muita diversão.
Não esquecer é o segundo nome do jogo: Physics, é que a física também conta, a gravidade tem o seu papel.
Este jogo tem apenas 20 mb mas muita diversão.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
A Jogar: City Building Series
A série City Building Series é no mundo dos videojogos uma das melhores que já joguei e infelizmente é também das mais desvalorizadas. A premissa é simples, assumimos o papel de governador de uma cidade histórica e temos de a levar à glória. Aprendi mais sobre história das civilizações a jogar estes jogos, do que em alguns livros... O que destaca estes jogos é o realismo, o facto de comunicarmos com os cidadãos e a fácil assimilação das "regras do jogo". Infelizmente as leis do mercado ditaram o aparente fim desta série.

Caesar III (1998)
Como o nome indica, o jogo passa-se no período Romano. Além da construir casas, quintas e manufacturas, temos de defender o territorio dos bárbaros e apaziguar as pessoas com circos e os deuses com templos.


Pharaoh (1999) & Cleopatra (2000)
De Roma viajamos até ao Egipto. Este é talvez o jogo mais conhecido da série (pelo menos é o mais conhecido entre as pessoas que conheço). Mantém a formula do jogo anterior, adaptada ao Egipto, por exemplo as quintas têm de ser feitas nas margens do Nilo devido às inundações. A grande novidade prende-se com a contrução de monumentos. Em 2000 surge a expansão Cleopatra que introduziu mais edificios e monumentos;


Zeus (2000) & Poseidon (2001)
É considerado o melhor jogo da série. Segue o mesmo modelo dos jogos anteriores e introduz novidades importantes: podemos participar nos jogos olimpicos, conquistar cidades e fundar colónias. Visualmente é um jogo extremamente agradável e segue fielmente o que seria gerir uma cidade-estado Grega. Em 2001 sai a expansão Poseidon em que jogamos com os Atlantes e introduz novos edificios e monumentos;

Emperor (2002)
Após o lançamento de Poseidon existiam rumores de que a série ia terminar por aí. Felizmente em 2002 sai Emperor que coloca o jogador como administrador de uma cidade no antigo Império Chinês. Usa o grafismo de Zeus e continua a utilizar as mesmas caracteristicas dos jogos anteriores. Após este jogo que marca o fim da série original ainda sairam o Caesar IV e o Children of the Nile (este também é muito bom) mas não são considerados originais.
Caesar III (1998)
Como o nome indica, o jogo passa-se no período Romano. Além da construir casas, quintas e manufacturas, temos de defender o territorio dos bárbaros e apaziguar as pessoas com circos e os deuses com templos.
Pharaoh (1999) & Cleopatra (2000)
De Roma viajamos até ao Egipto. Este é talvez o jogo mais conhecido da série (pelo menos é o mais conhecido entre as pessoas que conheço). Mantém a formula do jogo anterior, adaptada ao Egipto, por exemplo as quintas têm de ser feitas nas margens do Nilo devido às inundações. A grande novidade prende-se com a contrução de monumentos. Em 2000 surge a expansão Cleopatra que introduziu mais edificios e monumentos;
Zeus (2000) & Poseidon (2001)
É considerado o melhor jogo da série. Segue o mesmo modelo dos jogos anteriores e introduz novidades importantes: podemos participar nos jogos olimpicos, conquistar cidades e fundar colónias. Visualmente é um jogo extremamente agradável e segue fielmente o que seria gerir uma cidade-estado Grega. Em 2001 sai a expansão Poseidon em que jogamos com os Atlantes e introduz novos edificios e monumentos;
Emperor (2002)
Após o lançamento de Poseidon existiam rumores de que a série ia terminar por aí. Felizmente em 2002 sai Emperor que coloca o jogador como administrador de uma cidade no antigo Império Chinês. Usa o grafismo de Zeus e continua a utilizar as mesmas caracteristicas dos jogos anteriores. Após este jogo que marca o fim da série original ainda sairam o Caesar IV e o Children of the Nile (este também é muito bom) mas não são considerados originais.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A Jogar: Broken Sword: The Angel of Death
Existem vários géneros de videojogos (para os conhecerem vejam neste arquivo do blogue), mas existe um em particular que está a atravessar uma fase crítica: Os jogos de Aventura. De facto estes jogos eram bastante populares nos anos 80 e inicio de 90, pois eram tecnicamente bem realizados e permitiam aos criadores explorarem a sua criatividade. Infelizmente com o avanço das consolas, as editoras tiveram de começar a criar jogos compativeis com os gostos do "jogador de consola médio", ou seja shooters e jogos de acção.Um dos poucos jogos de Aventura que ainda sobrevivem actualmente é a série Broken Sword. sendo o ultimo jogo o Broken Sword: The Angel of Death. Ao jogar esta maravilha percebemos que de facto é uma pena se este género desaparecer. Pois conta com personagens inesquecíveis, uma história cativante, um grafismo atraente e enigmas muito inteligentes.
O jogador pode usar vários objectos para "salvar" as personagens e ajudá-las a prosseguir na história, transformando-o num autêntico Macgyver digital, enquanto resolve enigmas com centenas de anos em sitios tão diferentes como Nova Iorque, Istambul e Roma.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
A Jogar: Desperados: Wanted Dead or Alive
A primeira impressão que temos ao jogar este jogo é a sua semelhança com a série Commandos. Pois temos um grupo de personagens, cada uma com habilidades especificas, temos mapas gigantes e temos de ter preocupação com o campo de visão do inimigo.A grande diferença entre os dois jogos, é que este é... ainda mais difícil.
O jogo passa-se no Wild West (é curioso que apesar de ser um tema muito popular no cinema e na literatura, o mundo dos Cowboys nunca foi muito explorado nos videojogos) onde controlamos 6 personagens, embora isso só aconteça mais para o final do jogo. Encarnamos o papel de um grpo de caçadores de recompensas que acabam por se encontrar no meio de uma gigantesca confusão, e acabam por ter de lutar contra um grupo de mercenários liderados por um xerife corrupto e contra a própria cavalaria dos Estados Unidos.
O jogo é de 2001, mas é perfeitamente jogável e conta com uns gráficos extremamente atraentes, tal como eu estou farto de dizer, existem certos jogos que nunca deveriam ter abandonado o 2d isométrico!
Obviamente recomendo este jogo principalmente aqueles que jogam Commandos, e para quem gosta de estratégia pura.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Nostalgia

E para quem tem saudades dos anos 80 aqui fica uma prenda de natal antecipada: Mais de 1 000 videoclipes de musicas dessa década e mais uma data de videojogos (space invaders, Pac Man, entre outros) como bónus!
Para entrar no site clicar aqui
Se a hiperligação não funcionar o site é: http://www.80smusicvids.com/
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
A Jogar: Star Wars: Knights of the Old Republic

Os jogos que são conversões de filmes, geralmente desiludem (tal como as conversões de livros para cinema). São jogos fracos, feitos à pressa (para coincidir com o lançamento do filme) e pouco inovadores.
Este jogo pelo contrário fez uma conversão genial. Em vez de se centrar na história dos filmes Star Wars, concentrou-se no seu universo e origens dos Jedis.
A história deste jogo acontece 4 000 anos antes da saga. O universo encontra-se em perigo devido a um Lorde Sith que quer tomar o poder universal.
Este jogo é de 2002, o que no mundo dos videojogos o torna já um pouco datado, felizmente este facto não se nota, tendo uns gráficos muito bons e uma jogabilidade fluida.
O jogador tem muita liberdade, pois pode viajar de planeta em planeta sem restrições e escolher os parceiros durante as missões. A história é tão intensa que alguns amigos meus que jogaram o jogo dizem que a história é ainda mais interessante que a dos filmes. Gosto muito dos filmes de Star Wars, mas em parte também concordo com esta opinião.
Para deixar o melhor para o fim, digo que o que destaca ainda este jogo dos demais é o facto de se querermos não precisamos de ser os bonzinhos. Pois de acordo com as nossas acções podemos tornar-nos "maus como as cobras" ou autênticos escuteiros, cabendo ao jogador essa decisão.
A história deste jogo acontece 4 000 anos antes da saga. O universo encontra-se em perigo devido a um Lorde Sith que quer tomar o poder universal.
Este jogo é de 2002, o que no mundo dos videojogos o torna já um pouco datado, felizmente este facto não se nota, tendo uns gráficos muito bons e uma jogabilidade fluida.
O jogador tem muita liberdade, pois pode viajar de planeta em planeta sem restrições e escolher os parceiros durante as missões. A história é tão intensa que alguns amigos meus que jogaram o jogo dizem que a história é ainda mais interessante que a dos filmes. Gosto muito dos filmes de Star Wars, mas em parte também concordo com esta opinião.
Para deixar o melhor para o fim, digo que o que destaca ainda este jogo dos demais é o facto de se querermos não precisamos de ser os bonzinhos. Pois de acordo com as nossas acções podemos tornar-nos "maus como as cobras" ou autênticos escuteiros, cabendo ao jogador essa decisão.
domingo, 6 de julho de 2008
domingo, 4 de maio de 2008
Morrowind & Oblivion
Deixo aqui mais um post dos meus jogos favoritos! Morrowind e o Oblivion! COntinuo sem perceber porque é que em Portugal não existem muitos jogadores desta série... é que no resto do mundo é um sucesso! De modo a ajudar os jogadores portugueses e como uma realização pessoal, aguardo neste momento a autorização da Wikipédia e da Bethesda para lançar em português um site dedicado a esta série, se tudo correr bem existirá aqui ua informação no blog.
Morrowind (2002)
Oblivion (2006)
Morrowind (2002)
Oblivion (2006)
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Call of Duty 4 Modern Warfare
Aqui fica um "cheirinho" deste grande jogo, principalmente para uma pessoa que eu sei que espera ansiosamente pelo jogo, sim Mathu Malis é para ti este vídeo! hehehe
A Jogar: Call of Duty 4 Modern Warfare

Eu sempre gostei da série Call of Duty, pois revolucionou o género dos shooters nos videojogos. Este quarto título não é excepção e introduziu um tema pouco explorado neste género de jogos... o presente. De facto quando jogamos jogos de tiros, na sua maioria são passados na 2ª Guerra mundial, no futuro ou quando se pensa que são no presente, acaba sempre por aparecer um alienígena para estragar tudo. Este jogo não, decorre no presente e é bastante realista. Encarnamos duas personagens, um soldado britânico e outro americano, com estilos diferentes de abordagem. Enquanto que com o soldado britânico temos de jogar pela sombras, como um sniper, com o soldado americano temos de ser um pouco mais como o Rambo, com guerrilha urbana e ataques aéreos.
A história do jogo está bastante boa, e sentimos ligação com as personagens, pois a série Call of Duty, destaca-se das outras pelo facto de não ser "um contra todos", temos sim de trabalhar em equipa com um grupo de soldados.
O único defeito deste jogo é o facto de ser bastante pequeno, em 6-7 horas está terminado, ou seja se num dia só nos dedicarmos a este jogo, em menos de nada está feito! De resto está fenomenal.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Tipos de Videojogos

Os videojogos, dividem-se em várias categorias e em vários géneros:
Jogos de acção: Acção-Aventura (Zelda), Beat' em up (God of War), Fighting (Virtua Fighter), Maze (Pac-Man), Plataformas (Super Mario), Shooter (Half Life) e Side-Scrolling (Super Mario);
Jogos de aventura: Dating Sim (Harvest Moon), Aventura Gráfica (The Secret of the Monkey Island), Ficção Interactiva (A Mind Forever Voyaging), Filme Interactivo (The X-Files Game) e Novela Gráfica (Symphonic Rain);
Jogos casuais: Party Games (Singstar), Puzzle (Minesweeper), Traditional (Copas);
Jogos de condução: Corridas (Colin McRae Rally), Simulador de vôo (Microsoft Flight Simulator), Train Simulator (Rail Simulator), Space Simulator (Microsoft Space Simulator) e Vehicular Combat Game (Grand Theft Auto);
Role-playing game (RPG): Computer RPG (Oblivion), Console RPG (Final Fantasy) e Massive Online RPG (World of Warcraft);
Simulador: Construção (Caesar III) e Life simulator (The Sims);
Estratégia: 4X (Civilization), Artilharia (Worms), Estratégia em tempo real (Age of Empires), Real time tactics (Medieval Total War), Estratégia por turnos (Risco) , Turnos tácticos (Fallout Tactics) e Wargame (Warcraft);
Desporto: Pro Evolution Soccer
quinta-feira, 1 de março de 2007
A Jogar: The Elder Scrolls IV: Oblivion
Sequela do jogo falado no post anterior, Oblivion (vendeu mais de 3 000 000 de cópias entre Março e Dezembro de 2006) consegue levar a série a um patamar ainda mais elevado.
Herda a liberdade total de Morrowind, adicionando ainda mais elementos, para começar situa-se noutro continente (agora com quase 30km2), tem mais cidades, novas facções, mais inimigos e quests. Entrou directo na história dos videojogos, devido ao seu grafismo espantoso parecendo mesmo que o jogador está no local, e pelo comportamento dos habitantes do continente, pois estes estão programados para fazer uma vida normal, como dormir, comer, beber um copo na taberna (real!), falar com outras personagens, lutar, comprar...
É de referir um aspecto que vem já de Morrowind, pois além do ciclo noite-dia, nota-se a passagem das estações do ano com as suas óbvias consequências em termos meteorológicos.
Brilhante.
A Jogar: The Elder Scrolls III: Morrowind

Já tinha falado neste jogo antes, mas não resisto a falar outra vez (tinha ficado incompleto).
Este jogo destaca-se dos demais pelos seus gráficos (mesmo sendo de 2002 são muito bons) e principalmente pela sua liberdade. De facto é como se não tivesse fim, pois o jogador é livre de fazer o que quiser, tendo um continente inteiro (16km2) à sua disposição! com desertos, neve, ilhas, cidades ou florestas.
Existe uma main quest, que é a história principal, mas para provar a sua liberdade, podemos alistar-nos no exército, em guildas de mágicos, assassinos, ladrões, guerreiros ou missionários, o que dá como resultado o facto de ser praticamente um jogo interminável.
Se não apetecer fazer missões, sempre podemos caçar animais, construir uma casa e colher ingredientes para fazer poções... podemos fazer quase tudo neste fantástico jogo, que me orgulho de ter ajudado a "converter" alguns amigos, entre eles o Ega, dono deste famoso blog
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
A Jogar: Medieval II Total War

Este jogo pertence a uma série já muito conhecida, a Total War, que se destaca pelo realismo principalmente nas batalhas.
O esquema é simples, temos um mapa da Europa e Norte de África à nossa disposição, e partimos à conquista e glória com a nossa nação (Portugal está presente!), quando nos deparamos com uma batalha, o mapa desaparece e entramos mesmo dentro do campo de combate controlando os soldados (podem estar mais de 10 000 em jogo), como na realidade, onde a meteorologia e a moral dos soldados podem ajudar ou prejudicar ainda mais.
De destacar o facto de podermos explorar o oceano desconhecido e descobrir a América, o que aumenta mais a longevidade do jogo.
domingo, 12 de novembro de 2006
A Jogar: Football Manager 2007
É daqueles jogos que ou se gosta ou se detesta, mas para quem gosta esa versão é sem duvida a melhor de todas. Tem os conteudos normais como plantéis actualizados, várias ligas jogáveis (incluindo divisões inferiores) e uma base de dados impressionante.Mas como em cada actualização, o jogo apresenta também algumas novidades, desta vez, o treinador virtual que existe em nós pode adquirir clubes satélites, ou mesmo tornar o seu próprio clube num, podemos falar individualmente com os jogadores antes dos jogos, nos intervalos, no fim dos jogos e até durante a época regular. A imprensa tem um papel fundamental nesta versão, onde somos constantemente bombardeados por perguntas e boatos. Outra melhoria significativa é o próprio grafismo, que está mais leve e mais atraente.
Recomendado
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
A Jogar: Age of Empires II & The Conquerors


A sequela da histórica série, em que neste caso se pode dizer que o segundo é muito melhor do primeiro. De facto a Microsoft pegou na fórmula de sucesso de Age of Empires e conseguiu melhorar ainda mais.
Com Age of Empires II deixamos para trás as civilizações clássicas e centramo-nos na idade média, com as campanhas de William Wallace, Joana D'Arc ou Saladino (entre outros). A base do jogo é a mesma: recolher recursos, construir defesas, organizar um exército e construir um império, nada mais simples...
Um ano depois é lançada a expansão, The Conquerors que introduz no jogo as civilizações maia, asteca, espanhola e os hunos.
Graficamente são jogos bastante atraentes e bem detalhados, mas o que me impressiona mais é a sua simplicidade que funciona perfeitamente (aspecto que não foi tão bem conseguido na sua sequela Age of Empires III) de tal modo que por vezes nos sentimos reis medievais.
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