terça-feira, 31 de maio de 2016
Balanço Liga NOS 2015-16
sábado, 30 de abril de 2016
sábado, 5 de março de 2016
As piores classificações de sempre (Parte I)
Barcelona - 12º em 1941/42. Foi um ano complicado para o Barcelona, tendo ficado em 12º a apenas 2 pontos da despromoção. O campeão foi o Valência.
Chelsea - 22º em 1961/62 e 1978/79. A título de curiosidade até à vitória deste ano do Leicester a época de 1961/62 tinha sido a ultima a ter um campeão inédito: o Ipswich (a surpresa não termina aqui, o 2º classificado foi o Burnley). Em 79 o campeão foi o Liverpool.
Porto - 9º em 1969/70. O clube viu os seus grandes rivais Sporting e Benfica a ficarem em 1º e 2º lugar respectivamente. Ficou apenas a 5 pontos da despromoção.
Real Madrid - 11º em 1947/48. o Real escapou por apenas 3 pontos à despromoção e perdeu praticamente metade dos jogos em que participou. Para piorar as coisas, o Barcelona foi campeão.
Bayern Munique - 12º em 1977/78. O Bayern foi acompanhado nesta má época pelo Borussia Dortmund que ficou em 11º. O campeão foi o Colónia.
Benfica - 6º em 2000/01. A pior classificação do Benfica coincidiu com uma época atípica em Portugal em que houve um campeão inédito, o Boavista.
Borussia Dortmund - 17º em 1971/72. Péssima temporada do Borussia tendo acabado despromovido com 20 derrotas. Para piorar as coisas o Bayern foi campeão.
Chelsea - 22º em 1961/62 e 1978/79. A título de curiosidade até à vitória deste ano do Leicester a época de 1961/62 tinha sido a ultima a ter um campeão inédito: o Ipswich (a surpresa não termina aqui, o 2º classificado foi o Burnley). Em 79 o campeão foi o Liverpool.
Inter - 13º em 1993/94. Olhando para a classificação nota-se que é má, mas apesar de tudo longe da despromoção, errado, o Inter escapou à série B por apenas 1 ponto. Nesta altura desciam 4 equipas o que ajuda a explicar este cenário. Os rivais Milan e Juventus ficaram em 1º e 2º respectivamente.
Liverpool - 22º em 1953/54. Eram mesmo outros tempos: o Liverpool desceu, o Arsenal terminou em 12º, o Man City em 17º, Escapam o Chelsea que terminou em 8º e o United em 3º, o campeão foi o Wolverhampton.
Manchester United - 22º em 1921/22 e 1930/31. O Man Utd conseguiu o feito pouco invejável de ter ficado em ultimo lugar por duas vezes. Da 1ª vez viu o Liverpool a ser campeão, da 2ª vez foi o Arsenal, esta época em particular foi bastante má tendo acumulado 27 derrotas. Pormenor interessante: Das 22 equipas apenas desciam 2.
Milan - 14º em 1981/82. Apesar de ser habitual no futebol Italiano os clubes descerem de divisão administrativamente, não foi o caso do Milan que desceu por maus resultados desportivos (14º em 16 equipas). A Juventus foi a campeã tendo conquistado o seu 20º titulo.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Os 4 livros essenciais de Astérix
Como fã das aventuras de Astérix e Obélix, deixo aqui uma lista (sem nenhuma ordem especifica) com os livros que eu considero essenciais.
O Combate dos Chefes - Os Romanos percebem que para derrotar a aldeia Gaulesa, têm de eliminar o druida Panoramix e assim eliminam a poção mágica. Acidentalmente esse objectivo é quase cumprido com Panoramix a ser atingido por um menir de Obélix acabando por ficar completamente doido e incapaz de reconhecer alguém. A 2ª parte do plano é o chamado "combate dos chefes", um costume gaulês onde um chefe desafia outro para um combate, ficando o vencedor com a aldeia do derrotado. Obviamente os Romanos sabendo que o druida se encontra incapaz de fazer a poção, usam um chefe aliado (simbolizando os gauleses assimilados pelos Romanos) para desafiar Abraracourcix (ou Matasetix nas novas traduções), o chefe da aldeia de Astérix para um combate.
Este é dos livros onde os Gauleses se mostram mais assustados com o facto de poderem ficar privados da poção e onde os Romanos se mostram mais insistentes e maliciosos no objectivo de eliminarem a aldeia.
Astérix e os Bretões - Neste livro, os protagonistas viajam para a Bretanha (actual Inglaterra) ajudar uma aldeia que resiste aos Romanos. Os habitantes dos países visitados por Astérix correspondem a estereótipos e idiossincrasias dos povos actuais, pelo que aqui temos os guerreiros Bretões que são bons combatentes mas recusam-se a combater às 5 da tarde pois têm de beber água quente (o chá ainda não era conhecido na Europa), têm uma má culinária, são fleumáticos e falam de um modo peculiar. E é precisamente na componente dos diálogos que este livro é brilhante, Goscinny (o argumentista) usou vários jogos de palavras e referências à lingua Inglesa actual, por exemplo os Bretões dizem "sacudamos as mãos" ou seja a tradução literal de "shake hands" ou "mágica poção" (magic potion) em vez de "poção mágica". Este livro tornou-se tão difícil de traduzir (as traduções não podem perder a referência à lingua inglesa nem perder o humor) que é usado como referência em estudos académicos da área.
A Zaragata - Este é o meu livro favorito da colecção. Os Romanos percebem que para derrotar os Gauleses têm de semear a discórdia entre eles. Com o fim da sua união e amizade, a poção não tem qualquer significado pois deixam de ter um inimigo comum. Para provocar a desunião, Júlio César envia um intriguista "profisisonal": Tulius Detritus. Estratega sagaz, Detritus percebe que para semear a discórdia tem de ter como alvo Astérix. Deste modo finge uma amizade com o herói, enviando-lhe presentes caros e declarando-o a pessoa mais importante da aldeia (o que entra em conflito com a opinião do chefe da aldeia). Ao mesmo tempo Detritus simula que os Romanos têm a poção mágica, dando a impressão aos Gauleses que Astérix vendeu o segredo da receita. A história é excelente a mostrar de como se comportam os seres humanos, com a inveja e a mesquinhez.
Obélix e Companhia - Outro plano diabólico dos Romanos. Desta vez o dinheiro entra em acção e já que não conseguem combater os Gauleses, tentam comprá-los. O alvo começa por ser Obélix que para além de ser o mais forte de todos é distribuidor de menires. Os Romanos começam a comprar os seus menires e vão cada vez mais inflacionando o seu preço, tornando Obélix milionário e alvo de admiração e inveja de toda a aldeia. Rapidamente outros seguem o seu caminho e tornam-se também milionários. Como os menires não servem para nada, os Romanos têm de lhe dar um uso, neste caso a ideia que passa é que o menir causa a inveja dos vizinhos e tornam-se imensamente populares. Tudo acaba por correr mal quando os produtores romanos de menires defendem os produtos nacionais e boicotam os menires Gauleses.
Este livro é uma clara critica ao capitalismo, onde é explicado como funcionam os mercados e ao mesmo tempo o ridiculo do sistema onde perdemos tempo e dinheiro a comprar coisas que não necessitamos (simbolizado nos menires, que não servem para nada).
domingo, 31 de janeiro de 2016
Os Treinadores Campeões Nacionais (Parte II)
Para a parte I: http://oalexdiz.blogspot.pt/2015/10/os-treinadores-campeoes-nacionais-parte.html
(1)
Dorival Yustrich:
16 anos depois o FC Porto é novamente campeão. O feito foi conseguido pelo Brasileiro Dorival Yustrich.
(1)
Enrique Fernández: Apesar de ter apenas um campeonato pelo Sporting, teve uma carreira de êxito em Espanha. É juntamente com Radomir Antic o unico treinador que orientou o Real Madrid e Barcelona e o unico a ser campeão pelos dois clubes. Foi também bicampeão Urugaio.
(1)
(2)
Béla Guttmann: Novamente um treinador Húngaro, e que treinador! Bicampeão Húngaro, campeão Português pelo Porto e bicampeão pelo Benfica ao qual juntou as 2 Taças dos Campeões Europeus. Lançou também a célebre maldição que ainda assombra o Benfica de não conseguir vencer um titulo Europeu sem ele..
(1)
Juca: Quebrou a hegemonia do Benfica que era bicampeão nacional e Europeu. Para além do campeonato de 1962, ficou associado ao de 1966 onde ainda orientou o Sporting em 6 jogos.
(3)
Fernando Riera: Um dos melhore treinadores Chilenos de sempre. tricampeão com o Benfica, foi também o 1º treinador de uma selecção honorária da FIFA.
(1)
Lajos Czeizler: Outro treinador Húngaro bem sucedido. Para além do titulo do Benfica, venceu 5 campeonatos da Suécia e um campeonato Italiano pelo AC Milan.
(1)
Elek Schwartz: Apesar de ter uma carreira interessante, este treinador Romeno foi apenas campeão em Portugal. Foi também seleccionador da Holanda, pré "laranja mecânica".
Para a parte I
(1)
Anselmo Fernandez: Obreiro do titulo de maior relevo do Sporting: Taça das Taças.
(1)
Fernando Vaz: Tal como Anselmo Fernandez também conseguiu impedir um tetracampeonato do Benfica.
(3)
Jimmy Hagan: Em Inglaterra perdura um recorde seu: Quando orientou o Peterborough marcou 134 golos numa época. Dos seus três campeonatos consecutivos pelo Benfica, um deles foi ganho sem derrotas.
Juca: Quebrou a hegemonia do Benfica que era bicampeão nacional e Europeu. Para além do campeonato de 1962, ficou associado ao de 1966 onde ainda orientou o Sporting em 6 jogos.
Fernando Riera: Um dos melhore treinadores Chilenos de sempre. tricampeão com o Benfica, foi também o 1º treinador de uma selecção honorária da FIFA.
Lajos Czeizler: Outro treinador Húngaro bem sucedido. Para além do titulo do Benfica, venceu 5 campeonatos da Suécia e um campeonato Italiano pelo AC Milan.
Elek Schwartz: Apesar de ter uma carreira interessante, este treinador Romeno foi apenas campeão em Portugal. Foi também seleccionador da Holanda, pré "laranja mecânica".
Para a parte I
Anselmo Fernandez: Obreiro do titulo de maior relevo do Sporting: Taça das Taças.
Fernando Vaz: Tal como Anselmo Fernandez também conseguiu impedir um tetracampeonato do Benfica.
Jimmy Hagan: Em Inglaterra perdura um recorde seu: Quando orientou o Peterborough marcou 134 golos numa época. Dos seus três campeonatos consecutivos pelo Benfica, um deles foi ganho sem derrotas.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Em 2016 está previsto:
Janeiro- Entra em vigor o acordo ortográfico no Brasil
- Eleições Presidenciais em Portugal
Junho
- Europeu de Futebol (França)
Agosto
- Jogos Olímpicos (Rio de Janeiro)
Novembro
- Eleições Presidenciais nos Estados Unidos
Dezembro
- Retirada total das tropas Americanas e Britânicas do Afeganistão
- Eleições Presidenciais em Portugal
Junho
- Europeu de Futebol (França)
Agosto
- Jogos Olímpicos (Rio de Janeiro)
Novembro
- Eleições Presidenciais nos Estados Unidos
Dezembro
- Retirada total das tropas Americanas e Britânicas do Afeganistão
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Velhos Conhecidos
Aqui fica um historial entre as equipas de cada grupo nos Europeus anteriores:
Grupo A
Roménia 1 - França 0 (1996)
França 3 - Suíça 1 (2004)
Roménia 0 - França 0 (2008)
Grupo B
Inglaterra 2 - Rússia (União Soviética) 0 (1968)
Rússia (União Soviética) 3 - Inglaterra 1 (1988)
Grupo C
Alemanha 2 - Polónia 0 (2008)
Grupo D
Croácia 1 - Turquia 0 (1996)
Turquia 3 - República Checa 2 (2008)
Espanha 1 - Croácia 0 (2012)
Croácia 1 - Turquia 1 (2008)
Grupo E
Bélgica 0 - Itália 0 (1980)
Itália 2 - Bélgica 0 (2000)
Itália 2 - Suécia 1 (2000)
Itália 1 - Suécia 1 (2004)
Itália 2 - Irlanda 0 (2012)
Grupo F
Nenhuma equipa do grupo se deforntou em Europeus
Grupo A
Roménia 1 - França 0 (1996)
França 3 - Suíça 1 (2004)
Roménia 0 - França 0 (2008)
Grupo B
Inglaterra 2 - Rússia (União Soviética) 0 (1968)
Rússia (União Soviética) 3 - Inglaterra 1 (1988)
Grupo C
Alemanha 2 - Polónia 0 (2008)
Grupo D
Croácia 1 - Turquia 0 (1996)
Turquia 3 - República Checa 2 (2008)
Espanha 1 - Croácia 0 (2012)
Croácia 1 - Turquia 1 (2008)
Grupo E
Bélgica 0 - Itália 0 (1980)
Itália 2 - Bélgica 0 (2000)
Itália 2 - Suécia 1 (2000)
Itália 1 - Suécia 1 (2004)
Itália 2 - Irlanda 0 (2012)
Grupo F
Nenhuma equipa do grupo se deforntou em Europeus
sábado, 31 de outubro de 2015
Os Treinadores Campeões Nacionais (Parte I)
Josef Szabo: O 1º campeonato ocorreu em 1934/35, vencido pelo FC Porto, e o primeiro treinador campeão nacional veio da Hungria. Tornou-se num dos treinadores mais titulados do futebol Português, tendo vencido 4 campeonatos pelo Sporting.
Lippo Hertzka: Na década de 30 uma das potências do futebol era a Hungria, por isso não é de estranhar que os treinadores Húngaros orientassem várias equipas Europeias. Lippo Hertzka foi tricampeao no Benfica e foi também campeão pelo Real Madrid sem derrotas.
Mihaly Siska: Penso que é facil perceber qual o pais de origem deste treinador: Hungria. Fez praticamente toda a sua carreira como jogador no FC Porto e venceu como treinador 2 campeonatos.
Janos Biri: Correndo o risco de me tornar repetitivo, sim... é mais treinador Húngaro. Foi tricampeão pelo Benfica e com um dado interessante: 2º treinador com mais épocas no clube (8) só atrás de Cosme Damião com uns praticamente inalcançáveis 18 anos.
Augusto Silva: Finalmente 11 anos após a criação do campeonato Nacional, o treinador campeão não era Húngaro. De facto a epoca de 1945/46 foi especial: venceu um treinador Português e pela 1ª vez um clube fora da órbita dos 3 grandes foi campeão: O Belenenses. O feito foi conseguido por Augusto Silva que tinha sido jogador no clube e na selecção (que também treinou).
Bob Kelly: Embora tenha tido uma passagem rápida pelo futebol Português, este treinador Inglês entrou para a história do clube, como o arquitecto do 1º titulo conquistado pelos 5 violinos. Como jogador entrou para a história do futebol inglês por ter quebrado o recorde de transferências em 1925.
Cândido de Oliveira: O seu cognome deveria ser Sr. Futebol. De facto este homem desempenhou quase todas as funções possiveis nesse universo: Foi jogador (tendo jogado uma vez pela selecção), treinador, seleccionador, fundador d' A Bola, jornalista desportivo e escritor (sobre futebol).
(1)
Ted Smith: Apesar de apenas ter um campeonato pelo Benfica, tornou-se num treinador histórico para o clube. Conseguiu quebrar a hegemonia do Sporting que vinha de um tricampeonato e venceu a Taça Latina, uma competição precursora da Taça dos Campeões Europeus.
(3)
Randolph Galloway:
Após a "interrupção" do Benfica, o Sporting volta a mostrar que era a equipa mais dominadora na 1ª metade dos anos 50. Galloway foi tricampeão pelo clube. Josef Szabo conquistaria o titulo seguinte perfazendo o tetracampeonato dos leões.
(4)
Otto Glória: É um histórico do futebol Português. Este treinador Brasileiro conquistou 4 campeonatos pelo Benfica, venceu uma CAN com a Nigéria em 1980 e tem um 3º lugar com Portugal no Mundial de 1966.
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