terça-feira, 31 de maio de 2016

Balanço Liga NOS 2015-16


Sport Lisboa e BenficaBenfica - De bicampeão passou a "não favorito" para este ano. Perdeu a Supertaça para o Sporting e teve um mau arranque de campeonato e à medida que o tempo ia avançando, mais derrotas contra os rivais directos (incluindo Taça de Portugal). O Benfica já tinha o destino traçado. Até que vence o Sporting e parte para uma série de vitórias consecutivas até ao final da Liga que lhe garantiu o tricampeonato ao qual juntou o melhor marcador uma Taça da Liga e os quartos de final da Champions;
Sporting Clube de PortugalSporting - Com a contratação de Jorge Jesus passou a ser o principal candidato ao título e com a conquista da Supertaça, parecia que ia ser um passeio. Estava tudo a correr como planeado até que ocorre o jogo fatal contra o Benfica e perdeu a liderança para não mais recuperar. Ainda hoje penso que se Jorge Jesus não tem sido tão arrogante e mesmo rude contra Rui Vitória e o Benfica, talvez os jogadores benfiquistas não tivessem ganho a moral para as vitórias consecutivas que atingiram até final do campeonato;
Futebol Clube do PortoPorto - Está no seu pior ciclo desde que começou o século XXI, a "estrutura" acomodou-se aos resultados e julgou que alterar um treinador que venceu 2 campeonatos com apenas uma derrota (Vítor Pereira) não ia afectar nada, mas afectou, e o Porto não vence há 3 anos. Claramente Lopetegui foi um erro e Peseiro foi outro ainda maior. Ainda para mais os jogadores desvalorizaram e o Porto que é dependente das vendas não vai fazer um encaixe significativo para enfrentar a nova época. Para juntar à "festa" perdeu a Taça para o Braga; 
Sporting Clube de BragaSporting de Braga - Vai consolidando a sua posição como 4ª melhor equipa, mas fica também provado que o fosso entre os "3 grandes" e os restantes clubes continua largo, com 15 pontos de diferença entre o Braga e o Porto. Voltou a fazer uma boa campanha Europeia e já se estabeleceu como um clássico da Liga Europa;
Sport Clube Beira-Mar Arouca - E Lito Vidigal continua a mostrar ser um dos treinadores mais interessantes do campeonato. Conseguiu algo que parecia pouco provável no início da épocal levar o Arouca à Europa e fê-lo em grande classe, com menos derrotas (6) que o próprio Porto (7);
Rio Ave Futebol ClubeRio Ave - Regressa à Europa, confirmando o crescimento sustentado dos últimos anos, desde 2012 que não está abaixo do 14º lugar, repetiu também a sua melhor prestação na Taça chegando às meias finais;
Futebol Clube Paços de FerreiraPaços de Ferreira -  Volta a ter uma época muito tranquila tendo ficado a 1 ponto da Europa e não fosse aquele quase "deslize" a seguir ao 3º lugar em que a equipa ficou em 15º, o Paços vem desde 2007 fazendo épocas muito tranquilas e pelo que dizem os jornais sem dívidas;
Grupo Desportivo Estoril PraiaEstoril - É juntamente com os dois clubes de cima (Rio Ave e Paços) o clube que tem feito épocas mais interessantes na 1ª Liga. O Estoril destaca-se ainda mais por ter sido promovido há pouco tempo (2013), tendo feito desde aí épocas sempre em excelente nível, isto ainda por cima numa Liga muito dura para os recém promovidos;
Moreirense Futebol ClubeBelenenses - Apesar da época aparentemente tranquila (9º lugar) foi a equipa mais batida do campeonato, 66 golos sofridos. Parecia que seria a época em que Sturgeon se iria afirmar no campeonato mas talvez ainda não tenha sido suficiente.
Vitória Sport ClubeVitória de Guimarães - Começou mal com Armando Evangelista e e apesar de uma ligeira melhoria com Sérgio Conceição, não foi uma boa época para o Vitória. Volta a ficar muito longe dos lugares Europeus e do Sporting de Braga;
Clube Desportivo NacionalNacional - Acabou em 11º o que acabou por ser a pior época do Nacional desde 2005, o que ao mesmo comprova a regularidade e a qualidade que o clube tem apresentado, ter um treinador que conhece como ninguém os "cantos à casa" também ajuda;
Futebol Clube Paços de FerreiraMoreirense - Outra equipa que inicialmente se esperaria que fizesse uma época intranquila mas acabou por ficar a 11 pontos da descida. É de realçar que esteve 8 jornadas consecutivas abaixo da linha de água, mas foi logo no inicio da temporada;
Club Sport Marítimo Marítimo - Continua a fazer épocas medianas, embora esta tenha sido a pior dos últimos 10 anos. De qualquer modo já não é aquela equipa incómoda que costumava ser;
Futebol Clube Paços de FerreiraBoavista - Uma equipa ainda a recuperar da sua subida administrativa. A parte intermédia do campeonato não lhe estava a correr de feição, tendo coincidido com a saída de Petit e a entrada de Sanchez, que acabou por retomar um ciclo positivo. Foi de longe a equipa menos concretizadora do campeonato com apenas 24 golos. 
Vitória Futebol Clube Vitória de Setúbal - Continua a fazer campeonatos intranquilos e a ser vitima do mercado de inverno. Até à parte intermédia do campeonato estava a fazer uma boa época, mas a perda da sua referência no ataque (Suk) acabou por ser decisivo na descida de forma que afectou a equipa até final, tendo ficado a 1 ponto da descida;
Gil Vicente Futebol ClubeTondela - Esteve em último lugar desde a 18ª jornada (antes não estava muito melhor) e aí ficou até à 31ª jornada, tanto tempo como lanterna vermelha normalmente não é bom sinal, mas depois de um crescendo de forma com Petit (que não se reflectia na posição do campeonato), subitamente na ultima jornada alcança o 16º lugar e a tão desejada manutenção;
Futebol Clube Paços de FerreiraUnião da Madeira - A época do União da Madeira foi estranha pois só ficou no lugar de descida precisamente na ultima jornada e quando parecia que seria o Tondela o condenado, o União acaba por descer;
Associação Académica de Coimbra - O.A.F. Académica - O exemplo de uma equipa que não aproveita o que tem, bom estádio, massa adepta acima da média e uma cidade como Coimbra como base da equipa. Apesar de ter vencido uma Taça ao Sporting em 2012, tem feito épocas de fraca qualidade (e apenas com Domingos conseguiu dar um de graça no campeonato). 

sábado, 5 de março de 2016

As piores classificações de sempre (Parte I)

Barcelona - 12º em 1941/42. Foi um ano complicado para o Barcelona, tendo ficado em 12º a apenas 2 pontos da despromoção. O campeão foi o Valência.

Bayern Munique - 12º em 1977/78. O Bayern foi acompanhado nesta má época pelo Borussia Dortmund que ficou em 11º. O campeão foi o Colónia.

Benfica - 6º em 2000/01. A pior classificação do Benfica coincidiu com uma época atípica em Portugal em que houve um campeão inédito, o Boavista.

Borussia Dortmund - 17º em 1971/72. Péssima temporada do Borussia tendo acabado despromovido com 20 derrotas. Para piorar as coisas o Bayern foi campeão.

Chelsea - 22º em 1961/62 e 1978/79. A título de curiosidade até à vitória deste ano do Leicester a época de 1961/62 tinha sido a ultima a ter um campeão inédito: o Ipswich (a surpresa não termina aqui, o 2º classificado foi o Burnley). Em 79 o campeão foi o Liverpool.

Inter - 13º em 1993/94. Olhando para a classificação nota-se que é má, mas apesar de tudo longe da despromoção, errado, o Inter escapou à série B por apenas 1 ponto. Nesta altura desciam 4 equipas o que ajuda a explicar este cenário. Os rivais Milan e Juventus ficaram em 1º e 2º respectivamente.

Liverpool - 22º em 1953/54. Eram mesmo outros tempos: o Liverpool desceu, o Arsenal terminou em 12º, o Man City em 17º, Escapam o Chelsea que terminou em 8º e o United em 3º, o campeão foi o Wolverhampton.

Manchester United - 22º em 1921/22 e 1930/31. O Man Utd conseguiu o feito pouco invejável de ter ficado em ultimo lugar por duas vezes. Da 1ª vez viu o Liverpool a ser campeão, da 2ª vez foi o Arsenal, esta época em particular foi bastante má tendo acumulado 27 derrotas. Pormenor interessante: Das 22 equipas apenas desciam 2.

Milan - 14º em 1981/82. Apesar de ser habitual no futebol Italiano os clubes descerem de divisão administrativamente, não foi o caso do Milan que desceu por maus resultados desportivos (14º em 16 equipas). A Juventus foi a campeã tendo conquistado o seu 20º titulo.

Porto - 9º em 1969/70. O clube viu os seus grandes rivais Sporting e Benfica a ficarem em 1º e 2º lugar respectivamente. Ficou apenas a 5 pontos da despromoção.

Real Madrid - 11º em 1947/48. o Real escapou por apenas 3 pontos à despromoção e perdeu praticamente metade dos jogos em que participou. Para piorar as coisas, o Barcelona foi campeão. 







segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Os 4 livros essenciais de Astérix

Como fã das aventuras de Astérix e Obélix, deixo aqui uma lista (sem nenhuma ordem especifica) com os livros que eu considero essenciais. 
O Combate dos Chefes - Os Romanos percebem que para derrotar a aldeia Gaulesa, têm de eliminar o druida Panoramix e assim eliminam a poção mágica. Acidentalmente esse objectivo é quase cumprido com Panoramix a ser atingido por um menir de Obélix acabando por ficar completamente doido e incapaz de reconhecer alguém. A 2ª parte do plano é o chamado "combate dos chefes", um costume gaulês onde um chefe desafia outro para um combate, ficando o vencedor com a aldeia do derrotado. Obviamente os Romanos sabendo que o druida se encontra incapaz de fazer a poção, usam um chefe aliado (simbolizando os gauleses assimilados pelos Romanos) para desafiar Abraracourcix (ou Matasetix nas novas traduções), o chefe da aldeia de Astérix para um combate.
Este é dos livros onde os Gauleses se mostram mais assustados com o facto de poderem ficar privados da poção e onde os Romanos se mostram mais insistentes e maliciosos no objectivo de eliminarem a aldeia.
Astérix e os Bretões - Neste livro, os protagonistas viajam para a Bretanha (actual Inglaterra) ajudar uma aldeia que resiste aos Romanos. Os habitantes dos países visitados por Astérix correspondem a estereótipos e idiossincrasias dos povos actuais, pelo que aqui temos os guerreiros Bretões que são bons combatentes mas recusam-se a combater às 5 da tarde pois têm de beber água quente (o chá ainda não era conhecido na Europa), têm uma má culinária, são fleumáticos e falam de um modo peculiar. E é precisamente na componente dos diálogos que este livro é brilhante, Goscinny (o argumentista) usou vários jogos de palavras e referências à lingua Inglesa actual, por exemplo os Bretões dizem "sacudamos as mãos" ou seja a tradução literal de "shake hands" ou "mágica poção" (magic potion) em vez de "poção mágica". Este livro tornou-se tão difícil de traduzir (as traduções não podem perder a referência à lingua inglesa nem perder o humor) que é usado como referência em estudos académicos da área.
A Zaragata - Este é o meu livro favorito da colecção. Os Romanos percebem que para derrotar os Gauleses têm de semear a discórdia entre eles. Com o fim da sua união e amizade, a poção não tem qualquer significado pois deixam de ter um inimigo comum. Para provocar a desunião, Júlio César envia um intriguista "profisisonal": Tulius Detritus. Estratega sagaz, Detritus percebe que para semear a discórdia tem de ter como alvo Astérix. Deste modo finge uma amizade com o herói, enviando-lhe presentes caros e declarando-o a pessoa mais importante da aldeia (o que entra em conflito com a opinião do chefe da aldeia). Ao mesmo tempo Detritus simula que os Romanos têm a poção mágica, dando a impressão aos Gauleses que Astérix vendeu o segredo da receita. A história é excelente a mostrar de como se comportam os seres humanos, com a inveja e a mesquinhez.
Obélix e Companhia - Outro plano diabólico dos Romanos. Desta vez o dinheiro entra em acção e já que não conseguem combater os Gauleses, tentam comprá-los. O alvo começa por ser Obélix que para além de ser o mais forte de todos é distribuidor de menires. Os Romanos começam a comprar os seus menires e vão cada vez mais inflacionando o seu preço, tornando Obélix milionário e alvo de admiração e inveja de toda a aldeia. Rapidamente outros seguem o seu caminho e tornam-se também milionários. Como os menires não servem para nada, os Romanos têm de lhe dar um uso, neste caso a ideia que passa é que o menir causa a inveja dos vizinhos e tornam-se imensamente populares. Tudo acaba por correr mal quando os produtores romanos de menires defendem os produtos nacionais e boicotam os menires Gauleses.
Este livro é uma clara critica ao capitalismo, onde é explicado como funcionam os mercados e ao mesmo tempo o ridiculo do sistema onde perdemos tempo e dinheiro a comprar coisas que não necessitamos (simbolizado nos menires, que não servem para nada).

domingo, 31 de janeiro de 2016

Os Treinadores Campeões Nacionais (Parte II)

Para a parte I: http://oalexdiz.blogspot.pt/2015/10/os-treinadores-campeoes-nacionais-parte.html




(1)


Dorival Yustrich: 16 anos depois o FC Porto é novamente campeão. O feito foi conseguido pelo Brasileiro Dorival Yustrich.



(1)


Enrique Fernández: Apesar de ter apenas um campeonato pelo Sporting, teve uma carreira de êxito em Espanha. É juntamente com Radomir Antic o unico treinador que orientou o Real Madrid e Barcelona e o unico a ser campeão pelos dois clubes. Foi também bicampeão Urugaio.



(1) (2)


Béla Guttmann: Novamente um treinador Húngaro, e que treinador! Bicampeão Húngaro, campeão Português pelo Porto e bicampeão pelo Benfica ao qual juntou as 2 Taças dos Campeões Europeus. Lançou também a célebre maldição que ainda assombra o Benfica de não conseguir vencer um titulo Europeu sem ele..



(1)


Juca: Quebrou a hegemonia do Benfica que era bicampeão nacional e Europeu. Para além do campeonato de 1962, ficou associado ao de 1966 onde ainda orientou o Sporting  em 6 jogos.



(3)


Fernando Riera: Um dos melhore treinadores Chilenos de sempre. tricampeão com o Benfica, foi também o 1º treinador de uma selecção honorária da FIFA.



(1)


Lajos Czeizler: Outro treinador Húngaro bem sucedido. Para além do titulo do Benfica, venceu 5 campeonatos da Suécia e um campeonato Italiano pelo AC Milan.



(1)


Elek Schwartz: Apesar de ter uma carreira interessante, este treinador Romeno foi apenas campeão em Portugal. Foi também seleccionador da Holanda, pré "laranja mecânica".



Para a parte I
(1)


Anselmo Fernandez: Obreiro do titulo de maior relevo do Sporting: Taça das Taças.



(1)


Fernando Vaz: Tal como Anselmo Fernandez também conseguiu impedir um tetracampeonato do Benfica.



(3)


Jimmy Hagan: Em Inglaterra perdura um recorde seu: Quando orientou o Peterborough marcou 134 golos numa época. Dos seus três campeonatos consecutivos pelo Benfica, um deles foi ganho sem derrotas.



terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Em 2016 está previsto:

Janeiro- Entra em vigor o acordo ortográfico no Brasil
- Eleições Presidenciais em Portugal

Junho
- Europeu de Futebol (França)

Agosto
- Jogos Olímpicos (Rio de Janeiro)

Novembro
- Eleições Presidenciais nos Estados Unidos


Dezembro
- Retirada total das tropas Americanas e Britânicas do Afeganistão
 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Velhos Conhecidos

Aqui fica um historial entre as equipas de cada grupo nos Europeus anteriores:

Grupo A

Roménia 1 - França 0 (1996)
França 3 - Suíça 1 (2004)
Roménia 0 - França 0 (2008)

Grupo B

Inglaterra 2 - Rússia (União Soviética) 0 (1968)
Rússia (União Soviética) 3 - Inglaterra 1 (1988)

Grupo C

Alemanha 2 - Polónia 0 (2008)

Grupo D

Croácia 1 - Turquia 0 (1996)
Turquia 3 - República Checa 2 (2008)
Espanha 1 - Croácia 0 (2012)
Croácia 1 - Turquia 1 (2008)

Grupo E

Bélgica 0 - Itália 0 (1980)
Itália 2 - Bélgica 0 (2000)
Itália 2 - Suécia 1 (2000)
Itália 1 - Suécia 1 (2004)
Itália 2 - Irlanda 0 (2012)

Grupo F

Nenhuma equipa do grupo se deforntou em Europeus

sábado, 31 de outubro de 2015

Os Treinadores Campeões Nacionais (Parte I)




(1) (4)


Josef Szabo: O 1º campeonato ocorreu em 1934/35, vencido pelo FC Porto, e o primeiro treinador campeão nacional veio da Hungria. Tornou-se num dos treinadores mais titulados do futebol Português, tendo vencido 4 campeonatos pelo Sporting.



(3)


Lippo Hertzka: Na década de 30 uma das potências do futebol era a Hungria, por isso não é de estranhar que os treinadores Húngaros orientassem várias equipas Europeias. Lippo Hertzka foi tricampeao no Benfica e foi também campeão pelo Real Madrid sem derrotas.



(2)


Mihaly Siska: Penso que é facil perceber qual o pais de origem deste treinador: Hungria. Fez praticamente toda a sua carreira como jogador no FC Porto e venceu como treinador 2 campeonatos.



(3)


Janos Biri: Correndo o risco de me tornar repetitivo, sim... é mais treinador Húngaro.  Foi tricampeão pelo Benfica e com um dado interessante: 2º treinador com mais épocas no clube (8) só atrás de Cosme Damião com uns praticamente inalcançáveis 18 anos.



(1)


Augusto Silva: Finalmente 11 anos após a criação do campeonato Nacional, o treinador campeão não era Húngaro. De facto a epoca de 1945/46 foi especial: venceu um treinador Português e pela 1ª vez um clube fora da órbita dos 3 grandes foi campeão: O Belenenses. O feito foi conseguido por Augusto Silva que tinha sido jogador no clube e na selecção (que também treinou).



(1)


Bob Kelly: Embora tenha tido uma passagem rápida pelo futebol Português, este treinador Inglês entrou para a história do clube, como o arquitecto do 1º titulo conquistado pelos 5 violinos. Como jogador entrou para a história do futebol inglês por ter quebrado o recorde de transferências em 1925.



(1)


Cândido de Oliveira: O seu cognome deveria ser Sr. Futebol. De facto este homem desempenhou quase todas as funções possiveis nesse universo: Foi jogador (tendo jogado uma vez pela selecção), treinador, seleccionador, fundador d' A Bola, jornalista desportivo e escritor (sobre futebol).



(1)


Ted Smith: Apesar de apenas ter um campeonato pelo Benfica, tornou-se num treinador histórico para o clube. Conseguiu quebrar a hegemonia do Sporting que vinha de um tricampeonato e venceu a Taça Latina, uma competição precursora da Taça dos Campeões Europeus.



(3)


Randolph Galloway: Após a "interrupção" do Benfica, o Sporting volta a mostrar que era a equipa mais dominadora na 1ª metade dos anos 50. Galloway foi tricampeão pelo clube. Josef Szabo conquistaria o titulo seguinte perfazendo o tetracampeonato dos leões.



(4)


Otto Glória: É um histórico do futebol Português. Este treinador Brasileiro conquistou 4 campeonatos pelo Benfica, venceu uma CAN com a Nigéria em 1980 e tem um 3º lugar com Portugal no Mundial de 1966.