Bowling for Columbine - Animation
A história dos EUA em 3 minutos ESPECTACULAR!!!!
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
quinta-feira, 26 de outubro de 2006
A Ver: Gladiator
Bem este é o meu filme favorito! digam o que disserem, critiquem à vontade que não me importo, é espectacular e não me canso de o ver... e já o vi muitas vezes acreditem!
A história é simples, Maximus (Russel Crowe) é um brilhante general romano que acaba de travar uma importante batalha. Ele é acarinhado pelo imperador Marco Aurélio (Richard Harris) que o trata como seu próprio filho, o que causa a inveja de Commodus (Joaquin Phoenix-grande papel neste filme-) que supostamente iria herdar o trono imperial.
Marco Aurélio designa Maximus como seu sucessor, e Commodus não perde tempo e mata o seu pai, coroando-se ele próprio imperador. Este pede a lealdade de Maximus, que não é correspondida pois este desconfia de homicidio. Commodus manda executar a família e o próprio Maximus, mas este ultimo consegue escapar, sendo aprisionado por mercadores de escravos e é tornado gladiador...
Mais não conto para não estragar a surpresa a quem não viu o filme.
Contra: O filme é de 2000, por isso alguns efeitos especiais são banais e já não impressionam;
A favor: Tudo
A história é simples, Maximus (Russel Crowe) é um brilhante general romano que acaba de travar uma importante batalha. Ele é acarinhado pelo imperador Marco Aurélio (Richard Harris) que o trata como seu próprio filho, o que causa a inveja de Commodus (Joaquin Phoenix-grande papel neste filme-) que supostamente iria herdar o trono imperial.
Marco Aurélio designa Maximus como seu sucessor, e Commodus não perde tempo e mata o seu pai, coroando-se ele próprio imperador. Este pede a lealdade de Maximus, que não é correspondida pois este desconfia de homicidio. Commodus manda executar a família e o próprio Maximus, mas este ultimo consegue escapar, sendo aprisionado por mercadores de escravos e é tornado gladiador...
Mais não conto para não estragar a surpresa a quem não viu o filme.
Contra: O filme é de 2000, por isso alguns efeitos especiais são banais e já não impressionam;
A favor: Tudo
terça-feira, 24 de outubro de 2006
A Ver: Seinfeld
E que tal uma série sobre o quotidiano? sem médicos brilhantes, sem agentes secretos, sem as personagens estarem presas numa ilha deserta... apenas sobre o dia a dia de quatro personagens? parece enfadonho? mas não é! é considerada pelos especialistas como o melhor programa de televisão de sempre!Basicamente a série retrata a vida quotidiana de Jerry Seinfeld (representada por ele mesmo) e a sua relação com os seus melhores amigos, George Costanza (Jason Alexander) que é neurótico, pessimista, hipocondriaco e mentiroso compulsivo, Elaine Benes (Julia Louis-Dreyfuss) que nunca consegue manter uma relação amorosa estável, é inteligente e impulsiva e por ultimo Cosmo Kramer (Michael Richards)-a personagem mais popular- é extravagante, desastrado, ingénuo e trapalhão.
Os episódios normalmente contam a história de cada personagem independentemente, mas que no fim relacionam-se criando situações bastante cómicas. A base do programa são situações que poderiam acontecer a qualquer um dos espectadores mas que se desnvolvem sempre de maneira negativa para as personagens.
Além das personagens centrais existem outras secundárias que enriquecem bastante a série, como os pais de Jerry e George, Newman (o rival de Jerry), o nazi das sopas (para mim o melhor episódio) e as várias namoradas e amigos (que normalmente são as que criam as situações).
A série é composta por 9 temporadas, e Seinfeld recusou uma proposta de 5 000 000 de dólares por episodio para gravar uma 10ª temporada por achar que já não iria enriquecer a série (está no guiness esta rejeição). O ultimo episódio foi vist0 por mais de 76 000 000 de pessoas (e não foram mais porque coincidiu com o dia da morte de Frank Sinatra).
Um ícone dos anos 90, brilhante série
domingo, 22 de outubro de 2006
Le Voyage Dans La Lune
| O primeiro filme de ficção científica! "Le Voyage dans la lune" é de 1902! Quando este filme foi realizado Portugal ainda era governado por um rei! é um clássico do cinema. | |
sábado, 21 de outubro de 2006
O exemplo de Giuliani
Actualmente os livros de viagens apontam Lisboa como uma cidade segura, onde se pode passear por quase por toda a parte. Infelizmente este facto é um conto de fadas que cada vez mais está longe da realidade.Lisboa que nos anos 90 se estava a aproximar de outras capitais europeias ao nível da modernidade e segurança, voltou a cair para uma espécie de cidade latino-americana, onde cada vez que se entra no Metropolitano à noite somos assaltados e maltratados por meia duzia de bandidecos cobardes mas infelizmente perigosos...este facto deixa as pessoas apreeensivas e com receio de sair à rua a determinadas horas.
A Nova Iorque dos anos 90, estava a atravessar os mesmos problemas (claro está em dimensões muito mais arrepiantes) mas em vez de ter um fraquissimo Carmona Rodrigues como presidente (só se interessa por inaugurações, comitivas, e publicidade dos media) teve o mayor Rudolph Giuliani. A sua principal preocupação foi o combate ao crime, tomando medidas como penalizar fortemente assaltantes, graffiters, vândalos e principalmente a máfia, reforçou a segurança nos metros e zonas perigosas, "limpou" algumas àreas degradadas e deu maiores poderes à policia para resolver os problemas. Como resultado Nova Iorque tornou-se a mais segura das grandes cidades dos EUA, e anualmente poupa 600 000 000 de dólares graças ao combate à corrupção da mafia.
Se ele conseguiu controlar o crime numa cidade de 10 000 000 de habitantes, não será mais acessível fazer o mesmo numa cidade com 600 000 habitantes?
sábado, 7 de outubro de 2006
A Ver: Uma mente brilhante
É sempre dificil falar de filmes pois temos sempre tendência a contar demais e "estragar a surpresa", por isso mesmo o cinema não é tão referido como outros temas (o mesmo acaba por se passar com livros) neste blog.Esta película é sobre John Forbes Nash, um matemático esquizofrénico que consegue superar algumas dificuldades e vence o prémio nobel da economia.
O problema deste filme é o facto de omitir vários aspectos da vida de John Nash, como o facto de este se ter divorciado de Alicia Nash (no filme apesar de todas adversidades ela continua ao lado do marido) de ter mais 3 filhos (o filme só apresenta um, que infelizmente também é esquizofrénico-também não é referido este pormenor-) de apenas em 2001 Alicia aceita voltar a casar com Nash, e na entrega do prémio nobel, o matemático faz um discurso emocionado, quando na realidade foi "convidado" a não discursar devido ao seu problema mental (outras imperfeições não vou referir porque estraga um ponto vital da história). Outro problema é não serem referidas e explicadas na realidade nenhuma teoria ou estudos que o tornaram famoso.
Apesar destas imperfeições é um filme bastante agradável e que conta com a brilhante interpretação de Russel Crowe, que conseguiu representar na perfeição o papel de um esquizofrénico.
Contra: O afastamento da realidade biográfica de John Nash;
Seria uma excelente oportunidade de dar a conhecer as teorias pelo qual ele é famoso
A Favor: A interpretação de Russel Crowe;
Efeitos especiais;
Caracterização de Crowe no final do filme
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Previsões para a Liga dos Campeões 2006-07

Bolonha
Este post não é sobre a bela cidade de Bolonha, mas sim sobre a reforma levada a cabo na esmagadora maioria dos cursos em Portugal, de forma a estes se adaptarem ao sistema europeu. Á primeira vista parece uma boa ideia (mesmo que não pareça não existe volta a dar por isso está para ficar...) mas o modo como está a ser implementado não parece o mais correcto, pois assistimos ao fim de várias disciplinas, de métodos de avaliação e até de anos de curso (o que em certos casos é completamente ridiculo reduzir cursos para 3 anos) e quem paga com estas alterações são os alunos e os professores. Enquanto que no exterior Portugal aparenta dar uma imagem de modernidade no sistema educativo, cá dentro no país real pelo contrario está uma desorganização completa e assiste-se a uma perfeita falta de respeito pelos alunos e docentes que não tiveram oportunidade de dar a sua opinião sobre um assunto que lhes é bastante importante, muito mais que a esses pavões emproados e corruptos que temos com representantes na união europeia (e não só).
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
A Jogar: Age of Empires II & The Conquerors


A sequela da histórica série, em que neste caso se pode dizer que o segundo é muito melhor do primeiro. De facto a Microsoft pegou na fórmula de sucesso de Age of Empires e conseguiu melhorar ainda mais.
Com Age of Empires II deixamos para trás as civilizações clássicas e centramo-nos na idade média, com as campanhas de William Wallace, Joana D'Arc ou Saladino (entre outros). A base do jogo é a mesma: recolher recursos, construir defesas, organizar um exército e construir um império, nada mais simples...
Um ano depois é lançada a expansão, The Conquerors que introduz no jogo as civilizações maia, asteca, espanhola e os hunos.
Graficamente são jogos bastante atraentes e bem detalhados, mas o que me impressiona mais é a sua simplicidade que funciona perfeitamente (aspecto que não foi tão bem conseguido na sua sequela Age of Empires III) de tal modo que por vezes nos sentimos reis medievais.
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
A Jogar: Age of Empires

Uma série mítica, que se iniciou em 1997, com o primeiro jogo, Age of Empires. É considerado um dos jogos mais revolucionários de sempre, e também dos mais imitados.
O seu objectivo é bastante simples, o jogador escolhe uma civilização (o jogo compreende a época entre a idade da pedra até ao apogeu da cultura grega) e inicia a construção de um império através do domínio económico, militar e da construção de maravilhas (pirâmides ou monumentos).
Posteriormente foi lançada a sua expansão, Rise of Rome que tal como o nome sugere, foca-se no inicio da construção e expansão do Império Romano.
Mesmo apesar de já serem jogos relativamente antigos, ainda são perfeitamente jogáveis nos dias de hoje.
segunda-feira, 11 de setembro de 2006
Férias estragadas (Campistas leiam!)
Infelizmente ainda existem muitas pessoas sem civismo e sem respeito pelos outros no nosso país, e as suas acções e atitudes em geral trazem consequências para os outros. Este Verão fui o alvo de uma dessas irresponabilidades.
Normalmente quando se monta uma tenda, costumam-se utilizar grampos de cabeça curva, para evitar os acidentes. Mas para meu azar, uma besta que estava numa tenda próxima da minha, decidiu usar ferros para prender a tenda. Ora eu estava distraído a andar (na confiança de que não existem ferros espetados no chão à nossa espera) e pisei o ferro, senti logo uma dor horrível, e infelizmente acabei por furar 3,5 cm do pé.
Já no hospital tive de ser cosido, e foram-me receitadas toneladas de medicamentos (antibióticos, anti-inflamatórios), e o pior de tudo acabaram-se as férias, pois tive de ficar imobilizado, o mês de Agosto inteiro, e o mês de Setembro iniciou-se com uma infecção no pé (felizmente parece que está a melhorar).
Desculpem o meu português e eventuais erros, mas é a raiva a falar, e só descanso quando deixar de existir idiotas neste país, e os que existem deviam pagar pelos erros que cometem.
quarta-feira, 6 de setembro de 2006
A Jogar: Rome Total War

Acompanho a série Total War desde o seu início. O primeiro jogo foi Shogun Total War que se baseava no Japão feudal, com as suas luta entre os samurais. O jogo foi considerado inovador pelas suas batalhas em 3d e bastante realistas, onde o comportamento das tropas e suas armas eram fundamentais para a vitória.
O conceito foi evoluindo e 2 anos depois é lançado Medieval Total War, que tal como o seu nome indica, o jogador tem ao seu dispor a Europa medieval (além de uma parte de África e Ásia), aqui controlamos um reino, e tentamos levá-lo à glória através de conquistas militares e de uma diplomacia inteligente, para mim é ainda o melhor jogo da série.
Ó último jogo é Rome Total War, onde começamos por controlar uma facção do império romano, mas se eliminarmos um povo inimigo, na próxima campanha podemos optar por ser, por exemplo, gauleses. O jogo tem as batalhas mais realistas em computador, seno inclusivamente utilizado para simuladores em programas de televisão sobre a antiguidade.
O ponto fraco da série tem a ver com o facto de quando temos um império extenso é dificil controlar todas as províncias, e a médio prazo torna-se repetitivo. Os ponto fortes são as batalhas, e o facto sermos livres de escolher os objectivos, tendo um mapa enorme ao nosso dispor.
Vale a pena conhecer, mas apenas se for admirador de jogos de estratégia.
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
A Ler: Astérix (Goscinny & Uderzo)
Sou um amante de banda desenhada francófona (os comics e os mangas não me convencem...) e essencialmente das colecções iniciadas nos anos 50/60, pois actualmente as novas séries não me entusiasmam (excelentes desenhos mas histórias fracas).De entre todas as séries a que tem o meu maior carinho é "Astérix", toda a sua estrutura é perfeita, excelentes argumentos (Goscinny), desenhos magníficos (Uderzo) e bem inserida no contexto histórico.
Breve resumo- O império Romano conquistou toda a Gália, com a excepção de uma pequena aldeia resistente, cujo segredo da sua independência é a união dos seus habitantes e essencialmente o facto de o druida da aldeia (Panoramix) preparar uma poção mágica que
dá uma força sobre-humana e invulnerabilidade a quem a bebe.
O imperador Júlio César no alto do seu orgulho, não suporta a ideia de que um "punhado" de gauleses ousem questionar a sua autoridade. Este cerca a aldeia com campos entricheirados de modo a tentar conquistá-la (mas normalmente o que costuma acontecer é os romanos levarem uma "sova monumental" dos gauleses).
Ao longo dos álbuns, Astérix e o seu amigo Obélix não combatem apenas os romanos no seu território, viajando até ao Egipto, Grécia, Bretanha (Inglaterra), Helvécia (Suíça), Hispânia (Espanha), Roma e Mesopotâmia.
O que destaca esta série das demais é o seu humor, as personagens carismáticas (principalmente os gauleses) o ambiente histórico bem representado e adaptado para os dias de hoje e os seus desenhos detalhados e humorísticos.
René Goscinny o brilhante argumentista da série deu o seu toque pessoal até ao album "Astérix entre os Belgas" mas infelizmente acabou por falecer, cabendo então ao desenhador Albert Uderzo continuar a saga. Logicamente a história perdeu brilho, mas mesmo assim Uderzo conseguiu "aguentar" o estilo até "Astérix e Latraviata" onde se assiste a uma ruptura com o passado e uma grande redução na qualidade da obra (histórias fracas e pouco consistentes), este facto é perfeitamente vísivel no mais recente livro "O céu cai-lhe em cima da cabeça" onde as lutas com os romanos são deixadas de lado e se centra na chegada de extraterrestres... perfeitamente dispensável!
Apesar da menor qualidade dos albuns recentes, vale mesmo a pena conhecer o mundo de Astérix
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
Previsões para a Liga Bwin.com 2006-07

FC Porto- Reforçou-se com jogadores sem capacidade para retirar a titularidade aos elementos anteriores. Provavelmente a mudança de treinador até poderá acabar por ser benéfica para o clube (devido ao mau ambiente instalado na era Adriaanse). Anderson e Vieirinha poderão destacar-se, Lutará pelo título;
Sporting- Contratou um jogador de qualidade (Paredes) e assegurou Caneira por três anos. Este ano será a afirmação plena de Moutinho (juntamente com o lançamento de mais jogadores das camadas jovens), Lutará pelo título;
Benfica- O regresso de Rui Costa é muito aplaudido, juntamente com a contratação de Katsouranis (alvo principal de Fernando Santos), a entrada na Liga dos Campeões poderá ter sido benéfica para aumentar os níveis de confiança, Lutará pelo título;
Sp. Braga- Mais uma vez reforçou-se com qualidade (João Pinto, Zé Carlos e Maciel) e não perdeu nenhum jogador nuclear, os índices de confiança dependerão muito da campanha europeia (Carvalhal deverá ser dos treinadores em maior pressão), destaco apenas que a direcção poderia ter contratado um treinador com mais prestigio, Lutará por um lugar para a Liga dos Campeões;
Nacional- Contratou Cássio (melhor marcador da Liga de Honra) e mantém a estrutura da época passada. Lutará por um lugar europeu;
Boavista- Perdeu Jesualdo Ferreira, com a agravante de as contratações terem sido planeadas para se adaptarem ao seu sistema de jogo. Contratou um treinador completamente desconhecido. De saudar a chegada de Roland Linz (excelente jogador). Lutará por um lugar europeu;
União Leiria- Domingos tem dado boas indicações durante a pré-época (sem derrotas e futebol atacante). O seu estádio costuma estar sempre vazio (negativo para os jogadores), já estava na altura de ser uma equipa com objectivos mais ambiciosos, Lutará pela manutenção com um "piscar de olho" à Europa;
Vitória de Setúbal- Com um orçamento reduzido, deverá passar pelas dificuldades da época passada (ordenados em atraso, saída de muitos jogadores em Janeiro). Tem o bálsamo de participar na UEFA. Hélio ainda não tem muita experiência como treinador, Lutará pela manutenção;
Estrela da Amadora- Deixou a política dos empréstimos (poderá ser benéfico). De saudar as contratações de Luis Loureiro, Dário e Paulo Sérgio. Tem um treinador ambicioso (Daúto Faquirá), Lutará pela manutenção;
Marítimo- Tem o quarto maior orçamento da liga, por isso tem obrigação de fazer melhor que nas duas últimas épocas, Lutará por um lugar europeu;
Paços de Ferreira- Conta com um treinador da "casa" que conhece a equipa como ninguém, costuma dar-se bem com as contratações realizadas no Brasil, Lutará pela manutenção;
Naval- Entra para este campeonato com mais confiança, mas continua a ser uma das equipas condenada a descer antes de começar a "festa". Deveria ter mantido Bruno Fogaça, Lutará pela manutenção;
Académica- Contratações de qualidade (Litos, Medeiros e Sonkaya) e conta com um treinador excelente (embora seja marcado por ter maus inicios de campeonato), Lutará pela manutenção;
Belenenses- Preparou a época para jogar na Liga de Honra, mas afinal vai jogar ao mais alto nível, conta com Jorge Jesus que costuma colocar as equipas a jogar um futebol agradável, Lutará pela manutenção;
Beira Mar- Contratou Jardel (que se estiver em forma é sinónimo de golos) e manteve Augusto Inácio no comando da equipa, poderá ser a surpresa da prova, Lutará pela manutenção;
Desportivo das Aves- Tal como a Naval está condenada à partida, por isso mesmo poderá partir sem pressão e fazer um campeonato razoável, Lutará pela manutenção.
sábado, 12 de agosto de 2006
A Ler: Os Três Mosqueteiros (Alexandre Dumas)
Recentemente recebi um exemplar dos Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas. Automaticamente recordei-me das séries e filmes de televisão sobre o tema, e cheguei à conclusão de que eles eram sempre exemplares, e que os vilões eram mesmo terríveis.
Foi com esta ideia que eu comecei a ler o livro. A primeira impressão foi o tipo de escrita, pois nota-se claramente que o estilo é típico do século XIX, pelo comportamento das personagens (como dar vinho a crianças, cortejar donzelas à janela, entre outras) e pelas descrições pormenorizadas (semelhante a outros autores contemporâneos).
O que mais me impressionou foram as personagens que de exemplar não têm nada, pois estavam quase sempre bêbados e à pancada, e ainda batiam nos criados para mostrar quem mandava! (e os criados adoravam-nos mesmo assim!) acerca dos vilões não posso falar se não "estrago" o prazer ao pessoal que está a ler o livro...
É uma obra excelente sendo bastante alegre, com personagens memoráveis (O verdadeiro D'Artagnan é um verdadeiro bruto fisicamente mas brilhante ao nível estratégico) e dá-nos uma ideia de como era a sociedade no século XVII.
Foi com esta ideia que eu comecei a ler o livro. A primeira impressão foi o tipo de escrita, pois nota-se claramente que o estilo é típico do século XIX, pelo comportamento das personagens (como dar vinho a crianças, cortejar donzelas à janela, entre outras) e pelas descrições pormenorizadas (semelhante a outros autores contemporâneos).
O que mais me impressionou foram as personagens que de exemplar não têm nada, pois estavam quase sempre bêbados e à pancada, e ainda batiam nos criados para mostrar quem mandava! (e os criados adoravam-nos mesmo assim!) acerca dos vilões não posso falar se não "estrago" o prazer ao pessoal que está a ler o livro...
É uma obra excelente sendo bastante alegre, com personagens memoráveis (O verdadeiro D'Artagnan é um verdadeiro bruto fisicamente mas brilhante ao nível estratégico) e dá-nos uma ideia de como era a sociedade no século XVII.
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