Jar Barf Channel (Conan O'Brien)
Mais uma do Conan O'Brien!
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
Previsões para a Liga Bwin.com 2006-07

FC Porto- Reforçou-se com jogadores sem capacidade para retirar a titularidade aos elementos anteriores. Provavelmente a mudança de treinador até poderá acabar por ser benéfica para o clube (devido ao mau ambiente instalado na era Adriaanse). Anderson e Vieirinha poderão destacar-se, Lutará pelo título;
Sporting- Contratou um jogador de qualidade (Paredes) e assegurou Caneira por três anos. Este ano será a afirmação plena de Moutinho (juntamente com o lançamento de mais jogadores das camadas jovens), Lutará pelo título;
Benfica- O regresso de Rui Costa é muito aplaudido, juntamente com a contratação de Katsouranis (alvo principal de Fernando Santos), a entrada na Liga dos Campeões poderá ter sido benéfica para aumentar os níveis de confiança, Lutará pelo título;
Sp. Braga- Mais uma vez reforçou-se com qualidade (João Pinto, Zé Carlos e Maciel) e não perdeu nenhum jogador nuclear, os índices de confiança dependerão muito da campanha europeia (Carvalhal deverá ser dos treinadores em maior pressão), destaco apenas que a direcção poderia ter contratado um treinador com mais prestigio, Lutará por um lugar para a Liga dos Campeões;
Nacional- Contratou Cássio (melhor marcador da Liga de Honra) e mantém a estrutura da época passada. Lutará por um lugar europeu;
Boavista- Perdeu Jesualdo Ferreira, com a agravante de as contratações terem sido planeadas para se adaptarem ao seu sistema de jogo. Contratou um treinador completamente desconhecido. De saudar a chegada de Roland Linz (excelente jogador). Lutará por um lugar europeu;
União Leiria- Domingos tem dado boas indicações durante a pré-época (sem derrotas e futebol atacante). O seu estádio costuma estar sempre vazio (negativo para os jogadores), já estava na altura de ser uma equipa com objectivos mais ambiciosos, Lutará pela manutenção com um "piscar de olho" à Europa;
Vitória de Setúbal- Com um orçamento reduzido, deverá passar pelas dificuldades da época passada (ordenados em atraso, saída de muitos jogadores em Janeiro). Tem o bálsamo de participar na UEFA. Hélio ainda não tem muita experiência como treinador, Lutará pela manutenção;
Estrela da Amadora- Deixou a política dos empréstimos (poderá ser benéfico). De saudar as contratações de Luis Loureiro, Dário e Paulo Sérgio. Tem um treinador ambicioso (Daúto Faquirá), Lutará pela manutenção;
Marítimo- Tem o quarto maior orçamento da liga, por isso tem obrigação de fazer melhor que nas duas últimas épocas, Lutará por um lugar europeu;
Paços de Ferreira- Conta com um treinador da "casa" que conhece a equipa como ninguém, costuma dar-se bem com as contratações realizadas no Brasil, Lutará pela manutenção;
Naval- Entra para este campeonato com mais confiança, mas continua a ser uma das equipas condenada a descer antes de começar a "festa". Deveria ter mantido Bruno Fogaça, Lutará pela manutenção;
Académica- Contratações de qualidade (Litos, Medeiros e Sonkaya) e conta com um treinador excelente (embora seja marcado por ter maus inicios de campeonato), Lutará pela manutenção;
Belenenses- Preparou a época para jogar na Liga de Honra, mas afinal vai jogar ao mais alto nível, conta com Jorge Jesus que costuma colocar as equipas a jogar um futebol agradável, Lutará pela manutenção;
Beira Mar- Contratou Jardel (que se estiver em forma é sinónimo de golos) e manteve Augusto Inácio no comando da equipa, poderá ser a surpresa da prova, Lutará pela manutenção;
Desportivo das Aves- Tal como a Naval está condenada à partida, por isso mesmo poderá partir sem pressão e fazer um campeonato razoável, Lutará pela manutenção.
sábado, 12 de agosto de 2006
A Ler: Os Três Mosqueteiros (Alexandre Dumas)
Recentemente recebi um exemplar dos Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas. Automaticamente recordei-me das séries e filmes de televisão sobre o tema, e cheguei à conclusão de que eles eram sempre exemplares, e que os vilões eram mesmo terríveis.
Foi com esta ideia que eu comecei a ler o livro. A primeira impressão foi o tipo de escrita, pois nota-se claramente que o estilo é típico do século XIX, pelo comportamento das personagens (como dar vinho a crianças, cortejar donzelas à janela, entre outras) e pelas descrições pormenorizadas (semelhante a outros autores contemporâneos).
O que mais me impressionou foram as personagens que de exemplar não têm nada, pois estavam quase sempre bêbados e à pancada, e ainda batiam nos criados para mostrar quem mandava! (e os criados adoravam-nos mesmo assim!) acerca dos vilões não posso falar se não "estrago" o prazer ao pessoal que está a ler o livro...
É uma obra excelente sendo bastante alegre, com personagens memoráveis (O verdadeiro D'Artagnan é um verdadeiro bruto fisicamente mas brilhante ao nível estratégico) e dá-nos uma ideia de como era a sociedade no século XVII.
Foi com esta ideia que eu comecei a ler o livro. A primeira impressão foi o tipo de escrita, pois nota-se claramente que o estilo é típico do século XIX, pelo comportamento das personagens (como dar vinho a crianças, cortejar donzelas à janela, entre outras) e pelas descrições pormenorizadas (semelhante a outros autores contemporâneos).
O que mais me impressionou foram as personagens que de exemplar não têm nada, pois estavam quase sempre bêbados e à pancada, e ainda batiam nos criados para mostrar quem mandava! (e os criados adoravam-nos mesmo assim!) acerca dos vilões não posso falar se não "estrago" o prazer ao pessoal que está a ler o livro...
É uma obra excelente sendo bastante alegre, com personagens memoráveis (O verdadeiro D'Artagnan é um verdadeiro bruto fisicamente mas brilhante ao nível estratégico) e dá-nos uma ideia de como era a sociedade no século XVII.
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
terça-feira, 8 de agosto de 2006
A Ver: The Simpsons
Quem não conhece esta fantástica série? que já vai em 17 temporadas, mais de 340 episódios (recorde do Guiness), vista em cerca de 100 países e vencedora de 17 Emmys.Esta série é conhecida pela sua crítica à política americana, suas personalidades mais influentes e sobretudo à sociedade.
As personagens vivem em Springfield (que se destaca por ter uma central nuclear, onde trabalha Homer Simpson) que seria uma cidade perfeitamente normal...não fosse o facto de ter como habitantes pessoas como os Simpsons (estereótipos do americano comum), Milhouse (o cromo de óculos), Ned Flanders (o típico católico e bom samaritano), Apu (o tipico indiano que trabalha numa loja de conveniência), Kent Brockman (o pivot de TV sensionalista), Moe (dono do pub local) e Mr Burns (o cruel e milionário dono da central nuclear). Estas personagens são apenas uma amostra do rico elenco da série.
De destacar também as vozes das personagens que pessoalmente são das melhores em séries de animação.
Eternos
sexta-feira, 4 de agosto de 2006
sábado, 29 de julho de 2006
A Ver: Blackadder II

O tempo avançou, e agora encontramo-nos no renascimento, em pleno reinado de Isabel I.
O descendente de Edmund deixou de ser da família real, e é agora um simples nobre, apesar de tudo continua a ser servido por Baldrick e acompanhado por Percy.
Esta 2ª série marcou a entrada de mais personagens como Lord Melchett (Stephen Fry), a ama (Patsy Byrne) e a rainha (Miranda Ricahrdson).
Pode-se destacar a presença de Hugh Laurie (o Dr House) que aparece em 2 episódios (e que continuaria nas duas séries seguintes) e de Lord Flasheart (que aparece na 4ª temporada com o seu descendente).
Edmund continua com a sua ambição de ser rei, e conta casar com a rainha, o problema é que Lord Melchett pensa da mesma maneira, o que dá origem a despiques muito cómicos.
Nesta série nota-se que Baldrick deixou de ser o conselheiro relativamente inteligente, para passar a ser o criado imbecil, e Edmund passou a ser o mais inteligente da cómica dupla (outra curiosidade é que em cada série Baldrick fica mais burro, Edmund mais inteligente... mas vai sempre descendo no status social).
Se gostaram da 1ª temporada de certeza que vão gostar desta também.
O descendente de Edmund deixou de ser da família real, e é agora um simples nobre, apesar de tudo continua a ser servido por Baldrick e acompanhado por Percy.
Esta 2ª série marcou a entrada de mais personagens como Lord Melchett (Stephen Fry), a ama (Patsy Byrne) e a rainha (Miranda Ricahrdson).
Pode-se destacar a presença de Hugh Laurie (o Dr House) que aparece em 2 episódios (e que continuaria nas duas séries seguintes) e de Lord Flasheart (que aparece na 4ª temporada com o seu descendente).
Edmund continua com a sua ambição de ser rei, e conta casar com a rainha, o problema é que Lord Melchett pensa da mesma maneira, o que dá origem a despiques muito cómicos.
Nesta série nota-se que Baldrick deixou de ser o conselheiro relativamente inteligente, para passar a ser o criado imbecil, e Edmund passou a ser o mais inteligente da cómica dupla (outra curiosidade é que em cada série Baldrick fica mais burro, Edmund mais inteligente... mas vai sempre descendo no status social).
Se gostaram da 1ª temporada de certeza que vão gostar desta também.
quinta-feira, 20 de julho de 2006
Kim Jong il

Este homenzinho (aparentemente pouco perigoso à primeira vista) é o presidente (vitalício) da Coreia do Norte. Toda a gente sabe que é um ditador cruel e que o seu povo é escravizado... mas o que sabemos realmente do homem?
Para começar de acordo com os "fiaveis" livros de história norte coreanos, o nosso amigo nasceu no Monte Paektu (com duplos arco iris, uma nova estrela no céu, etc). A realidade é que nasceu na União Soviética (na cidade de Vyatskoye) onde o seu pai estava exilado.
Efectivamente Kim Jong Il, chamava-se Yuri Irsenovitch Kim.
Quando a guerra da Coreia terminou, o seu pai ocupou o poder, e passados uns anos, Kim entrou para a universidade onde, surpresa das surpresas, foi o melhor aluno, tendo recebido vários prémios (como viagens a... Malta).
Depois de vários anos no poder, o seu pai morre em 1994, ficando Kim a governar. Apesar de tudo, este tem atraido investimentos da Coreia do Sul e China, o problema é que o dinheiro é canalizado para o exército, partido e para ele próprio. Deixando o povo a morrer à fome.
Entre as suas extravagâncias, encontram-se o facto de comer lagostas em pauzinhos de prata diariamente, ser dos melhores clientes de Hennesy (Vinho Francês nada barato) e da Mercedes Benz. É também acusado de escândalos sexuais (abafados, porque ele é o querido líder), de abusar da bebida e de... insanidade.
Apesar de tudo encontra-se no poder há vários anos e enfrenta a comunidade internacional sem receio. Talvez se o seu exército fosse menos organizado e a Coreia do Norte fosse rica em petróleo ele já tivesse sido deposto.
segunda-feira, 17 de julho de 2006
LEIAM (eu sei que é grande...)
Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos, o actual Ministro da Educação brasileiro, Cristovam Buarque foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia. Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristovam Buarque:
"De facto, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que os nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza
específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA.
Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas,
provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um
património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas,
enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
"De facto, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que os nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro... O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza
específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA.
Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas,
provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um
património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas,
enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
quinta-feira, 13 de julho de 2006
A Jogar: Pro Evolution Soccer 5

Durante anos, o domínio do futebol virtual pertenceu ao FIFA, e todos os seus concorrentes pareciam não ter argumentos para competir com o seu realismo e jogabilidade. Provavelmente por causa desse facto o jogo entrou numa fase onde não apresentava novidades, ficava de ano para ano menos divertido e perdiamos cada vez mais a hipótese de personalizarmos as equipas e jogadores.
Mas nas consolas o FIFA tinha um rival, o Pro Evolution Soccer (PES) que comecou a ganhar cada vez mais fãs. (De inicio estava indeciso, mas tive de admitir que o PES é infinitamente melhor) O sucesso foi tal que a Konami (a produtora do jogo) decidiu apostar nos PC's... e ganhou a aposta logo no ano de estreia! e o conceito foi ainda melhorado com o PES5 que é provavelmente o melhor jogo de futebol virtual de sempre.
segunda-feira, 10 de julho de 2006
De volta à realidade
Bem após um mês intenso e cheio de futebol, chegamos a pensar que atravessámos uma olimpiada grega (pois na época clássica existiam tréguas aquando da realização dos jogos olimpicos) onde todos os conflitos foram temporariamente "parados". Na realidade o que aconteceu foi que as noticias eram dominadas pelo mundial... e não se prestou muita atenção ao eterno conflito Israel-Palestina.
Para o compreender melhor clique aqui no blog do meu amigo Ega
Para o compreender melhor clique aqui no blog do meu amigo Ega
sábado, 8 de julho de 2006
Por que é que não são os ingleses que têm falta de fair play?

Acho piada aos países com mania de que ainda detêm alguma influência no mundo, mas que afinal não passam de capachos nas mãos dos realmente poderosos (relação Inglaterra-Estados Unidos). E esse sentimento reflecte-se na mentalidade dos seus habitantes (ou em parte deles, pois quero deixar claro que apesar de tudo, quero acreditar que nem todos os Ingleses pensam assim).
Eu posso estar a misturar futebol com politiquices, mas será que não enoja a qualquer português assisitir a acusações vindas de jornais Ingleses e Franceses, a criticar a falta de fair play dos portugeses (curioso o Manchester quando jogou contra o Benfica na luz, recordo-me dos ingleses adoptarem exactamente a mesma atitude que a Holanda na reposição de bola), quando têm os adeptos mais violentos da Europa, os jogadores que criam mais picardias e jogam mais com o físico do que com a técnica (vejo com agrado que as coisas estão a mudar graças a Lampard ou Joe Cole).
Acho piada ao facto de assobiarem, criticarem, humilharem o Cristiano Ronaldo, pelo facto de ter feito algum sinal ao árbitro, ou por ter efectuado o penalty que os eliminou... que diabo o rapaz está a jogar pelo país dele! eles deviam era estar contentes de terem um jogador da qualidade dele no seu campeonato!
Quanto aos franceses, nem me digno a comentar pois são tão ridiculos e chauvinistas que chega a ser triste... mas já agora vejam os adeptos franceses a agredir jornalistas portugueses, e o QI elevadíssimo do Ribery.
sábado, 1 de julho de 2006
Balanço do Mundial

Costa Rica- Não conseguiu repetir o feito de 1990, acho que foram com as expectativas demasiado elevadas, se fossem sem pressão poderiam mostrar o seu futebol ingénuo mas atraente;
Polónia- Uma desilusão, demonstraram que uma equipa razoável não faz tudo, é preciso ter experiência e capacidade competitiva;
Paraguai- Sofreu poucos golos (o seu principal trunfo é a defesa), mas também marcou poucos, e isso faz a diferença, outra desilusão;
Trinidade e Tobago- Fez o que lhe competia (não foi o "bombo da festa") não podia aspirar a mais e ainda teve a cereja no topo do bolo, o empate com a Suécia;
Costa do Marfim- O melhor conjunto Africano em prova, teve o azar de calhar num grupo complicado, se tivesse sido colocada noutro grupo...
Sérvia e Montenegro- Desilusão, boa equipa, sofreu apenas um golo na qualificação! irreal os 6-0 aplicados pela Argentina. As estrelas não brilharam (Kezman principalmente) e tornaram os antigos "brasileiros da europa" numa equipa mais que vulgar;
Angola- Um pouco à imagem de Trinidade e Tobago, pontuou contra 2 adversários, não tinha qualidade para mais, pode ter futuro a médio prazo;
Irão- Esperava mais luta desta equipa, acabou por se tornar um adversário pouco incómodo, e com as suas estrelas (Karimi e Daei) pouco cintilantes;
República Checa- A grande desilusão do mundial, excelente equipa, jogadores experientes... Até começaram bem (3-0 aos EUA) mas terminaram muito mal mesmo;
EUA- Apenas provaram que a sua prestação em 2002 foi um acidente...se competissem na zona europeia nunca iam ao mundial;
Croácia- Início promissor com o Brasil (apesar da derrota) mas não passou disso, muito longe dos feitos de 1998;
Japão- Digamos que foi meia-desilusão, pois apesar de ser uma equipa razoável, não tinham capacidade para mais, a sua capacidade de entrega poderá dar frutos no futuro...
Coreia do Sul- O seu objectivo mostrar que conseguiam vencer fora do seu país, conseguiram, é talvez a melhor equipa asiática e que tem maior margem de progressão;
Togo- Ilustre desconhecido, não podia fazer mais, com tantos problemas internos... será que os voltaremos a ver num futuro próximo?
Tunísia- Podia ser o mundial da sua afirmação (estava no grupo ideal) mas não conseguiu a passagem à segunda fase, penso que no futuro iremos assistir ao declínio desta potência africana;
Arábia Saudita- Péssimo futebol, 1994 foi uma excepção, sem aspirações, parecia que estavam a tentar perder por poucos;
Suécia- O seu excelente ataque não se mostrou, acabou por desiludir, realizou o minimo que se lhe exigia;
Equador- A boa surpresa da fase de grupos, mostrou que pode ganhar fora de casa (sem o factor altitude), começa a tornar-se uma potência regional;
México- Chegou com grandes expectativas mas acabou por nunca soltar todo o seu futebol;
Holanda- Equipa renovada, chegou sem grandes aspirações mas demonstrou que tem matéria-prima para o futuro, mesmo assim poderia fazer melhor;
Austrália- Toda a gente considera a revelação.... eu não acho, pois a maioria dos seus jogadores actuam na Premiership em equipas como o Liverpool ou Middlesbrough. Deverá passar a ser "cliente" habitual no mundial, pois vai passar a disputar a zona Asiática;
Gana- Acabou por ser o melhor participante africano em prova, fez mais do que lhe era exigido, boa prestação e futuro radioso;
Suíça- A tal equipa que foi eliminada sem sofrer golos! o problema é que também marcou poucos, equipa incómoda que tem jovens talentos;
Espanha- Começo brilhante, e talvez tenha começado ai a sua eliminação, pensou que a França era fácil... mais uma vez a Espanha não consegue fazer um bom mundial;
Argentina- Goleou a Sérvia e Montenegro, ultrapassou um grupo complicado, mas não fez nada de especial, tendo em conta o nível da sua equipa (muito superior à Alemã);
Ucrânia- Esperava muito mais desta equipa, que mesmo com Shevchenko não passa de vulgar, mas actualmente acho que tem mais futuro que a sua congénere Russa;
Inglaterra- Tem excelentes jogadores, mas acho que é demasiado sobrevalorizada pela imprensa, acho que se "blindarem" o balneário e se deixarem de vedetismos (onde não incluo o Beckham, pois acho que nesta equipa existem mais primadonnas que ele) têm condições de ir mais além;
Alemanha- Completamente destroçada pela imprensa (e por Beckenbauer!), soube aproveitar o factor casa e fez as pazes com o povo alemão, dou muito valor à união que a equipa demonstrou, acho que para voltar aos velhos tempos, precisa de ter um líder na defesa;
Portugal- Excelente campanha, demonstrou união e uma estrutura muito sólida, pecou na finalização. Lamento imenso que uma equipa onde brilham tantos talentos a nível técnico, seja conhecida por ter falta de fair play (acho que existem equipas muito piores);
França- Inicio comprometedor, mas soube dar a volta, tendo inclusive nas suas fileiras a revelação da prova (Ribery). De realçar o fim de carreira pouco digno para um jogador como Zidane.
Itália- A eficácia do costume, entrou de mansinho quase sem se dar por ela, quando todos se aperceberam que era o alvo a abater... já era tarde, a máquina táctica engrenou, justo vencedor os meus parabéns.
sexta-feira, 30 de junho de 2006
A Ver: Blackadder

Blackadder foi uma série iniciada em 1983 pela BBC e durou até 1989 (em 4 temporadas).
A primeira temporada conta a história do horrendo Edmund Blackadder (Rowan Atkinson - o famoso Mr. Bean-) que é o filho do rei Ricardo IV de Inglaterra (Brian Blessed). Sendo filho do rei em principio o trono estaria assegurado, não fosse um pequeno detalhe... o seu irmão mais velho Harry (Robert East). Ao longo de 6 episódios, Edmund vai tentar conquistar o poder, com planos maquiavélicos mas que normalmente acabam por resultar mal. Blackadder é auxiliado por Baldrick (Tony Robinson -o mesmo que apresenta o documentário do código da vinci presente no blog-) e por Lord Percy (Tim McInnerny), o problema é que estes dois ainda conseguem ter menos inteligência que Edmund (exceptuando alguns momentos de clarividência de Baldrick).
Vale a pena ver esta série, e surpreendentemente sentimos pena da personagem, e desejamos que os seus planos resultem (embora Edmund seja cobarde e maquiavélico).
Assistimos também a Rowan Atkinson 10 anos antes de Mr. Bean, mas já com alguns dos tiques e caretas conhecidos por todos nós.
Brevemente colocarei um post sobre a segunda temporada... Recomendado
A primeira temporada conta a história do horrendo Edmund Blackadder (Rowan Atkinson - o famoso Mr. Bean-) que é o filho do rei Ricardo IV de Inglaterra (Brian Blessed). Sendo filho do rei em principio o trono estaria assegurado, não fosse um pequeno detalhe... o seu irmão mais velho Harry (Robert East). Ao longo de 6 episódios, Edmund vai tentar conquistar o poder, com planos maquiavélicos mas que normalmente acabam por resultar mal. Blackadder é auxiliado por Baldrick (Tony Robinson -o mesmo que apresenta o documentário do código da vinci presente no blog-) e por Lord Percy (Tim McInnerny), o problema é que estes dois ainda conseguem ter menos inteligência que Edmund (exceptuando alguns momentos de clarividência de Baldrick).
Vale a pena ver esta série, e surpreendentemente sentimos pena da personagem, e desejamos que os seus planos resultem (embora Edmund seja cobarde e maquiavélico).
Assistimos também a Rowan Atkinson 10 anos antes de Mr. Bean, mas já com alguns dos tiques e caretas conhecidos por todos nós.
Brevemente colocarei um post sobre a segunda temporada... Recomendado
domingo, 11 de junho de 2006
Portugal 1 Angola 0
Bem, Portugal estreou-se a ganhar no mundial! embora o resultado possa ter pecado por escasso, o que interessa na realidade é que a selecção avance sem problemas até aos oitavos de final.Tenho de admitir, que fiquei muito desapontado com os adeptos portugueses presentes no estádio. Pois tanta festa que fizeram quando os jogadores chegaram à Alemanha, e no jogo parecia que estavam num funeral... quer dizer, se não é para apoiar mais vale ficar em casa e darem o bilhete a quem realmente gosta e percebe de futebol!
Estas coisas deixam-me irritado, pois criam euforias, pedem mundos e fundos e quando chega à hora em que é preciso realmente fazer qualquer coisa para apoiar... calam-se, realmente com adeptos assim mais vale não ir ninguém aos estádios.
Vamos lá ver contra o Irão...
As pessoas têm de perceber que no futebol actual, o que conta é o resultado, e mesmo que este seja por 1-0 se ganharmos ao Irão estamos na fase seguinte.
sábado, 10 de junho de 2006
Mundial 2006 (estrelas e revelações)
Vou agora deixar as minhas previsões sobre as revelações e a minha opinião de para mim quem são os craques...
Alemanha:
Estrela: Michael Ballack (29 anos, o melhor da Alemanha)
Revelação: Lukas Podolski ( 21 anos, pé esquerdo fabuloso)
Polónia:
Estrela: Maciej Zurawski (29 anos, sucessor de Larsson no Celtic)
Revelação: Ebi Smolarek (já tem 25 anos mas para mim vai ser a revelação polaca)
Costa Rica:
Estrela: Paulo Wanchope (30 anos, muita experiência ganha principalmente em Inglaterra)
Equador:
Estrela: Agustín Delgado (31 anos, goleador)
Inglaterra:
Estrela: David Beckham (31 anos, apesar de tudo, os cruzamentos e livres são mortíferos)
Revelação: Joe Cole (24 anos, se Rooney não estivesse lesionado era ele que apareceria aqui)
Suécia:
Estrela: Zlatan Ibrahimovic (24 anos, grande técnica e remate fácil)
Revelação: Kim Kallstrom (23 anos, tem de comprovar finalmente o seu talento)
Paraguai:
Estrela: Gamarra (mesmo com 35 anos, demonstra ter ainda muita classe)
Revelação: Nelson Haedo Valdez (22 anos, futuro brilhante)
Trinidad e Tobago:
Estrela: Dwight Yorke (34 anos, quem não se lembra dele no Manchester United?)
Argentina:
Estrela: Riquelme (27 anos, não se adaptou ao Barcelona mas é um génio)
Revelação: Lionel Messi (18 anos, Maradona só há um, mas ele pode ser a nova estrela)
Holanda:
Estrela: Arjen Robben (apenas 22 anos, rapidíssimo e drible fácil)
Revelação: Para mim seria Huntelaar, mas como não vai ao mundial...
Sérvia e Montenegro (por pouco tempo):
Estrela: Mateja Kezman (27 anos, no PSV era rei e senhor)
Costa do Marfim:
Estrela: Didier Drogba (28 anos, goleador com sentido sempre apontado para a baliza)
Revelação: Emmanuel Eboué (22 anos, quem o viu no Arsenal sabe porquê)
México:
Estrela: Rafael Marquez (27 anos, comprovou todo o seu talento no Barcelona)
Portugal:
Estrela: Figo (33 anos, ainda tem classe e talento para decidir um jogo)
Revelação: Cristiano Ronaldo (21 anos, embora já não seja uma revelação, é uma certeza...)
Angola:
Estrela: Akwa (28 anos, herói nacional)
Revelação: André Makanga (22 anos, um muro, se puder não passa a bola nem o jogador)
Irão:
Estrela: Ali Karimi (27 anos, bastou assistir a um jogo para o Bayern o contratar)
Itália:
Estrela: Francesco Totti (29 anos, classe e espirito de entrega)
Revelação: Alberto Gilardino (23 anos, futuro sucessor de Shevchenko no Milan)
República Checa:
Estrela: Pavel Nedved (33 anos, remate muito forte e muita raça)
Revelação: Tomás Rosicky (25 anos, nº10 brilhante o jogo passa todo por ele)
Estados Unidos:
Estrela: Claudio Reyna (32 anos, joga em mundiais desde 1994)
Revelação: Landon Donovan (24 anos, não consegue impor-se na Europa, bom jogador)
Gana:
Estrela: Essien (23 anos, não demonstrou no Chelsea tudo o que pode fazer)
Revelação: Muntari (21 anos, titular da Udinese)
Brasil:
Estrela: Ronaldinho (26 anos, o melhor do mundo, dribles estonteantes e sempre com um sorriso)
Revelação: Adriano (24 anos, um poço de força, deverá impor-se a Ronaldo como goleador)
Japão:
Estrela: Hidetoshi Nakata (29 anos, a grande estrela japonesa, talvez mais fama que talento)
Austrália:
Estrela: Harry Kewell (27 anos, muito rápido e bons cruzamentos)
Croácia:
Estrela: Dado Prso (31 anos, subiu ao estrelato já tarde...)
França:
Estrela: Thierry Henry (28 anos, driblador excepcional, muita velocidade e golos)
Revelação: Florent Malouda (25 anos, vai tentar demonstrar a confiança depositada nele)
Suíça:
Estrela: Alexander Frei (26 anos, goleador helvético)
Coreia do Sul:
Estrela: Park Ji Sung (25 anos, jogador do Manchester United)
Togo:
Estrela: Adebayor (22 anos, na selecção é o marcador de serviço)
Espanha:
Estrela: Puyol (28 anos, central forte e moralizado com a conquista da Liga dos Campeões)
Revelação: Fernando Torres (22 anos, muito novo mas com muita experiência na selecção)
Arábia Saudita:
Estrela: Al Jaber (33 anos, mais de 150 internacionalizações)
Revelação: Al Montashari (22 anos, melhor jogador asiático de 2005)
Tunísia:
Estrela: Santos (27 anos, Brasileiro naturalizado, bom jogador)
Ucrânia:
Estrela: Shevechenko (29 anos, herói na Ucrânia com direito a estátua em Kiev)
Alemanha:
Estrela: Michael Ballack (29 anos, o melhor da Alemanha)
Revelação: Lukas Podolski ( 21 anos, pé esquerdo fabuloso)
Polónia:
Estrela: Maciej Zurawski (29 anos, sucessor de Larsson no Celtic)
Revelação: Ebi Smolarek (já tem 25 anos mas para mim vai ser a revelação polaca)
Costa Rica:
Estrela: Paulo Wanchope (30 anos, muita experiência ganha principalmente em Inglaterra)
Equador:
Estrela: Agustín Delgado (31 anos, goleador)
Inglaterra:
Estrela: David Beckham (31 anos, apesar de tudo, os cruzamentos e livres são mortíferos)
Revelação: Joe Cole (24 anos, se Rooney não estivesse lesionado era ele que apareceria aqui)
Suécia:
Estrela: Zlatan Ibrahimovic (24 anos, grande técnica e remate fácil)
Revelação: Kim Kallstrom (23 anos, tem de comprovar finalmente o seu talento)
Paraguai:
Estrela: Gamarra (mesmo com 35 anos, demonstra ter ainda muita classe)
Revelação: Nelson Haedo Valdez (22 anos, futuro brilhante)
Trinidad e Tobago:
Estrela: Dwight Yorke (34 anos, quem não se lembra dele no Manchester United?)
Argentina:
Estrela: Riquelme (27 anos, não se adaptou ao Barcelona mas é um génio)
Revelação: Lionel Messi (18 anos, Maradona só há um, mas ele pode ser a nova estrela)
Holanda:
Estrela: Arjen Robben (apenas 22 anos, rapidíssimo e drible fácil)
Revelação: Para mim seria Huntelaar, mas como não vai ao mundial...
Sérvia e Montenegro (por pouco tempo):
Estrela: Mateja Kezman (27 anos, no PSV era rei e senhor)
Costa do Marfim:
Estrela: Didier Drogba (28 anos, goleador com sentido sempre apontado para a baliza)
Revelação: Emmanuel Eboué (22 anos, quem o viu no Arsenal sabe porquê)
México:
Estrela: Rafael Marquez (27 anos, comprovou todo o seu talento no Barcelona)
Portugal:
Estrela: Figo (33 anos, ainda tem classe e talento para decidir um jogo)
Revelação: Cristiano Ronaldo (21 anos, embora já não seja uma revelação, é uma certeza...)
Angola:
Estrela: Akwa (28 anos, herói nacional)
Revelação: André Makanga (22 anos, um muro, se puder não passa a bola nem o jogador)
Irão:
Estrela: Ali Karimi (27 anos, bastou assistir a um jogo para o Bayern o contratar)
Itália:
Estrela: Francesco Totti (29 anos, classe e espirito de entrega)
Revelação: Alberto Gilardino (23 anos, futuro sucessor de Shevchenko no Milan)
República Checa:
Estrela: Pavel Nedved (33 anos, remate muito forte e muita raça)
Revelação: Tomás Rosicky (25 anos, nº10 brilhante o jogo passa todo por ele)
Estados Unidos:
Estrela: Claudio Reyna (32 anos, joga em mundiais desde 1994)
Revelação: Landon Donovan (24 anos, não consegue impor-se na Europa, bom jogador)
Gana:
Estrela: Essien (23 anos, não demonstrou no Chelsea tudo o que pode fazer)
Revelação: Muntari (21 anos, titular da Udinese)
Brasil:
Estrela: Ronaldinho (26 anos, o melhor do mundo, dribles estonteantes e sempre com um sorriso)
Revelação: Adriano (24 anos, um poço de força, deverá impor-se a Ronaldo como goleador)
Japão:
Estrela: Hidetoshi Nakata (29 anos, a grande estrela japonesa, talvez mais fama que talento)
Austrália:
Estrela: Harry Kewell (27 anos, muito rápido e bons cruzamentos)
Croácia:
Estrela: Dado Prso (31 anos, subiu ao estrelato já tarde...)
França:
Estrela: Thierry Henry (28 anos, driblador excepcional, muita velocidade e golos)
Revelação: Florent Malouda (25 anos, vai tentar demonstrar a confiança depositada nele)
Suíça:
Estrela: Alexander Frei (26 anos, goleador helvético)
Coreia do Sul:
Estrela: Park Ji Sung (25 anos, jogador do Manchester United)
Togo:
Estrela: Adebayor (22 anos, na selecção é o marcador de serviço)
Espanha:
Estrela: Puyol (28 anos, central forte e moralizado com a conquista da Liga dos Campeões)
Revelação: Fernando Torres (22 anos, muito novo mas com muita experiência na selecção)
Arábia Saudita:
Estrela: Al Jaber (33 anos, mais de 150 internacionalizações)
Revelação: Al Montashari (22 anos, melhor jogador asiático de 2005)
Tunísia:
Estrela: Santos (27 anos, Brasileiro naturalizado, bom jogador)
Ucrânia:
Estrela: Shevechenko (29 anos, herói na Ucrânia com direito a estátua em Kiev)
segunda-feira, 5 de junho de 2006
Estados Unidos e Coreia do Sul
A Jogar: Football Manager ou o CM (para os mais saudosistas)
Para quem gosta de futebol, é simplesmente viciante! Podemos aplicar finalmente as nossas tácticas de treinadores de bancada (e ver se realmente são eficazes) ou com algum golpe de sorte transferir o Ronaldinho para o Benfica.
Este é daqueles jogos, em que se não entrarmos no espírito é aborrecidissimo, pois não passa de... uma base de dados. Mas para os viciados é mais completo que um simulador de futebol. É porreiro termos a possibilidade de pegarmos no clube da nossa cidade (se tivermos a sorte de este estar pelo menos na 2ª Divisão... eu não tenho essa sorte) e levá-lo até à glória, ou se formos mesmo maus jogadores, até ao inferno.
O jogo é tão popular que todos os meus amigos já o jogaram pelo menos uma vez, e posso ir a qualquer cidade em Portugal, e falar no CM ou no FM, que arranjo logo tema de conversa com outro viciado qualquer.
Acho que a este jogo pode-se aplicar a frase: "Simples mas eficaz".
Este é daqueles jogos, em que se não entrarmos no espírito é aborrecidissimo, pois não passa de... uma base de dados. Mas para os viciados é mais completo que um simulador de futebol. É porreiro termos a possibilidade de pegarmos no clube da nossa cidade (se tivermos a sorte de este estar pelo menos na 2ª Divisão... eu não tenho essa sorte) e levá-lo até à glória, ou se formos mesmo maus jogadores, até ao inferno.
O jogo é tão popular que todos os meus amigos já o jogaram pelo menos uma vez, e posso ir a qualquer cidade em Portugal, e falar no CM ou no FM, que arranjo logo tema de conversa com outro viciado qualquer.
Acho que a este jogo pode-se aplicar a frase: "Simples mas eficaz".
sexta-feira, 2 de junho de 2006
A Ver: Bowling for Columbine
Goste-se ou odeie-se de Michael Moore (eu pessoalmente estou entre os que gostam), temos de reconhecer que ele sabe como chegar ao coração das pessoas, no seu estilo incisivo e provacante, mesmo corajoso de enfrentar os políticos Americanos mais poderosos (onde se inclui o nosso "amigo" Bush) e as suas instituições mais influentes.
Neste documentário as principais "vitimas" são a NRA (National Rifle Association, ou seja o organismo a que representa os tarados das armas), os media e a própria mentalidade dos Americanos.
De acordo com Michael Moore, tem de haver uma explicação racional para o facto de nos EUA, a taxa de homicídios com armas de fogo ser muito mais elevada, que por exemplo no Canadá. De facto embora o Canadá tenha muito menos população, a média de armas por pessoa é muito semelhante, e no entanto enquanto que os EUA tem uma taxa de homicidios superior a 11 000 por ano, os seus vizinhos do norte limitam-se a perto de 30.
Conclui-se portanto que só pode ser um problema de mentalidade, talvez explicado por um passado histórico repleto de violência e guerras... mas isso não explica tudo, pois Moore afirma que a Alemanha e a Inglaterra, também cometeram atrocidades no passado e as suas taxas de homicidios não ultrapassam os 300.
Chegou-se então a uma conclusão, este comportamento pode ser incendiado pelos media, que exploram os homicidos e crimes como se fossem noticias habituais, tornado-as demasiado alarmantes ou exploram os sentimentos das pessoas (perto deste cenário, as noticias da tvi parecem calmas e simpáticas), dando a sensação que ao por o pé na rua vamos ser assassinados por uma horda de gangs. Juntando a este clima o próprio governo que para manter a sua máquina de guerra operacional no Iraque, espalha noticias de prováveis ataques para deixar as pessoas em pânico e apoiar a sua politica, temos como resultado uma nação assustada em que quase toda a gente tem armas em casa prontas a serem usadas.
Moore apresenta então imagens do liceu de Columbine, onde ocorreu uma tragédia, que infelizmente é habitual nos EUA, morrendo 12 alunos e um professor... somado a este acontecimento, surge o facto de na semana seguinte nessa mesma cidade, ter sido promovido um congresso da NRA a publicitar as armas de fogo (simplesmente repugnante).
O presidente da NRA é o conhecido actor Charlton Heston, por isso Michael Moore (ele próprio é membro da NRA, mas tem como objectivo tornar-se seu presidente e desmantelar a organização) decidiu encontrar-se com ele para lhe questionar, a razão de ter promovido tal evento após o massacre, e explicar a lógica de apesar dos EUA serem o país com mais armas por habitante, ser também o país com a mais alta taxa de homcidios do mundo desenvolvido.
Logicamente Heston não teve argumentos, e quando confrontado com a possibilidade de poder pedir desculpa às familias das vitimas pelo seu comportamento no congresso da NRA, este preferiu retirar-se e abandonar a entrevista.
Altamamente recomendado, vale a pena ver, e reflectir sobre este assunto...
Neste documentário as principais "vitimas" são a NRA (National Rifle Association, ou seja o organismo a que representa os tarados das armas), os media e a própria mentalidade dos Americanos.
De acordo com Michael Moore, tem de haver uma explicação racional para o facto de nos EUA, a taxa de homicídios com armas de fogo ser muito mais elevada, que por exemplo no Canadá. De facto embora o Canadá tenha muito menos população, a média de armas por pessoa é muito semelhante, e no entanto enquanto que os EUA tem uma taxa de homicidios superior a 11 000 por ano, os seus vizinhos do norte limitam-se a perto de 30.
Conclui-se portanto que só pode ser um problema de mentalidade, talvez explicado por um passado histórico repleto de violência e guerras... mas isso não explica tudo, pois Moore afirma que a Alemanha e a Inglaterra, também cometeram atrocidades no passado e as suas taxas de homicidios não ultrapassam os 300.
Chegou-se então a uma conclusão, este comportamento pode ser incendiado pelos media, que exploram os homicidos e crimes como se fossem noticias habituais, tornado-as demasiado alarmantes ou exploram os sentimentos das pessoas (perto deste cenário, as noticias da tvi parecem calmas e simpáticas), dando a sensação que ao por o pé na rua vamos ser assassinados por uma horda de gangs. Juntando a este clima o próprio governo que para manter a sua máquina de guerra operacional no Iraque, espalha noticias de prováveis ataques para deixar as pessoas em pânico e apoiar a sua politica, temos como resultado uma nação assustada em que quase toda a gente tem armas em casa prontas a serem usadas.
Moore apresenta então imagens do liceu de Columbine, onde ocorreu uma tragédia, que infelizmente é habitual nos EUA, morrendo 12 alunos e um professor... somado a este acontecimento, surge o facto de na semana seguinte nessa mesma cidade, ter sido promovido um congresso da NRA a publicitar as armas de fogo (simplesmente repugnante).
O presidente da NRA é o conhecido actor Charlton Heston, por isso Michael Moore (ele próprio é membro da NRA, mas tem como objectivo tornar-se seu presidente e desmantelar a organização) decidiu encontrar-se com ele para lhe questionar, a razão de ter promovido tal evento após o massacre, e explicar a lógica de apesar dos EUA serem o país com mais armas por habitante, ser também o país com a mais alta taxa de homcidios do mundo desenvolvido.
Logicamente Heston não teve argumentos, e quando confrontado com a possibilidade de poder pedir desculpa às familias das vitimas pelo seu comportamento no congresso da NRA, este preferiu retirar-se e abandonar a entrevista.
Altamamente recomendado, vale a pena ver, e reflectir sobre este assunto...
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