quarta-feira, 17 de abril de 2013

Daniel Day-Lewis e o seu método

Daniel Day-Lewis tem um método muito próprio de se preparar para os seus papéis, aqui ficam alguns exemplos:
My Left Foot (1989) - Papel: Doente com paralisia cerebral que apenas conseguia mexer o pé esquerdo
Recusava sair da cadeira de rodas nos intervalos das filmagens. Como andava sempre curvado na cadeira de rodas partiu duas costelas. Exigia também que o alimentassem para não "sair" da personagem.

The Last of the Mohicans (1992) - Papel: Índio da tribo dos Moicanos
Viveu sozinho nas florestas durante 6 meses, aprendendo a caçar, pescar e a esfolar animais.

In the Name of the Father (1993) - Papel: Preso sob falsas acusações
Viveu numa cela solitária de uma prisão abandonada e apenas comia rações de prisão

The Crucible (1996) - Papel: Camponês do séc XVII condenado por bruxaria
Viveu na cidade construida como cenário, sem elecrcidiade e água. Construiu sozinho a casa da sua personagem utilizando apenas ferramentas do século XVII.

The Boxer (1997) - Papel: Pugilista e activista do IRA
Treinou durante 18 meses com um antigo campeão mundial que referiu que treinou com tanto afinco que poderia facilmente tentar uma carreira como pugilista profissional.
Gangs of New York (2002) - Papel: Talhante e líder de um gang protestante
Aprendeu o ofício de talhante (chegava mesmo a afiar as facas nos intervalos das filmagens). Só usava roupas com materiais existentes no século XIX (resultado foi-lhe diagnosticada uma pneumonia, por não utilizar roupas quentes). Como a sua personagem era violenta, andou pela cidade a lutar com estranhos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

A Primeira Vez - Actores (Parte 3)

Brad Pitt



Clint Eastwood



Ed Harris



Johnny Depp



Leonardo DiCaprio



Nicolas Cage



Robert Downey Jr.



Tom Cruise



Will Smith



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A Primeira Vez - Actrizes (Parte 2)

Angelina Jolie



Cate Blanchett



Jennifer Connelly



Kim Basinger



Penélope Cruz



Tilda Swinton

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A Primeira Vez - Actores (Parte 2)

Christian Bale

 

Christoph Waltz




Christopher Walken





Cuba Gooding Jr.




George Clooney




Kevin Spacey




Morgan Freeman



Robin Williams




Sean Connery




Tommy Lee Jones



sábado, 9 de fevereiro de 2013

A Primeira Vez - Actrizes (Parte I)

Meryl Streep


Natalie Portman

Charlize Theron


Nicole Kidman

Julia Roberts

Gwyneth Paltrow

Jodie Foster


sábado, 2 de fevereiro de 2013

A Primeira Vez - Actores (Parte 1)

Este post é dedicado aos primeiros filmes de alguns dos maiores actores de Hollywood. Brevemente será colocado um relativo a actrizes e (caso esta série tenha sucesso) mais posts com outros actores/actrizes relevantes.

Al Pacino


Anthony Hopkins


Daniel Day-Lewis


Denzel Washington


Dustin Hoffman


Jack Nicholson


Michael Douglas


Robert de Niro


Russell Crowe


Sean Penn


Tom Hanks

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A desastrosa história da Itália na 2ª Guerra Mundial


Objectivo: 
Restaurar o Império Romano, através do controlo do Mediterrâneo

Problemas:
Economia: A Itália era considerada uma potência Europeia, mas a sua produção industrial era bastante inferior à da França ou Reino Unido, aliás o país era considerado como predominantemente agrícola;
Materiais Estratégicos: Existem materiais como o carvão, petróleo, ferro e aço que são fundamentais para uma guerra de longa duração. No entanto a Itália era deficitária em todos estes produtos e não houve sequer um esforço para armazenar o material importado.
Guerra Civil Espanhola: A Itália foi juntamente com a Alemanha o maior fornecedor de armamento a Franco na guerra civil de Espanha. Deste modo foi praticamente oferecido à Espanha material de elevado valor que não seria recuperado, além disso Mussolini enviou vastas quantias monetárias para auxiliar o esforço de guerra de Franco. No total a Itália "estoirou" 20% do seu orçamento com a Espanha;
Mau equipamento: Os tanques eram de má qualidade, existiam poucos rádios, a artilharia estava ao nível do que se usava na 1ª Guerra Mundial e a força aérea estava obsoleta. A marinha no entanto estava bem equipada ao nível de navios de guerra, mas não tinha nenhum porta-aviões;

Erros:
Materiais Estratégicos: Como a Itália entrou repentinamente na guerra, os navios que se encontravam em portos estrangeiros com materiais importantes foram imediatamente capturados. A falta de petróleo levou a que a actividade da marinha (o melhor ramo do exercito) fosse evitada ao máximo;
Treino: Os soldados eram enviados para a frente sem treino.
Liderança: Mussolini assumiu o controlo de todo o exército, mas claramente não era um estratega sagaz, além de que não foi capaz de coordenar todos os ramos em conjunto, planeando missões utilizando a infantaria mas sem apoio aéreo por exemplo;
Estratégia: Mussolini pensava que a guerra iria terminar depressa com uma vitória Alemã, pelo que não esperava que a Itália não tivesse um grande esforço militar. No entanto a previsão saiu falhada e era difícil para o cidadão Italiano compreender porque estavam a lutar e qual a sua motivação para continuar;

A Campanha:
França: Após a invasão Alemã da França, a Itália decide repentinamente invadir o país vizinho, mas foi rapidamente travada nos Alpes (morreram mais soldados de frio do que das armas francesas). Só com a ocupação Alemã é que a Itália controlou áreas perto da fronteira e a Córsega.
África: Os Italianos invadiram o Egipto com 236 000 homens contra 36 000 Britânicos, foram rapidamente derrotados;
Grécia: Apesar da Grécia ser abertamente pró-Alemanha, a Itália resolveu invadir na mesma o país com 600 000 homens. Os Gregos facilmente conseguiram recuá-los para as montanhas onde venceram os Italianos que não estavam preparados para combate de montanha

As Boas Notícias:
Holocausto: Os Italianos no geral não permitiam que os Alemães deportassem os Judeus para campos de concentração. Aliás as áreas Francesas ocupadas pelos Italianos tornaram-se cruciais para os Judeus Franceses escaparem.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Feliz Ano Novo!


Como já tem vindo a ser tradição neste blogue, lembro que para alguns países e religiões não vamos entrar em 2013... 


-No calendário Arménio é o ano 1462;
-No calendário Bengali é o ano 1420;
-No calendário Berbere é o ano 2963;
-No calendário Budista é o ano 2557;
-No calendário Birmanês é o ano 1375;
-No calendário Chinês é o ano 4710;
-No calendário Coreano é o ano 4346;
-No calendário Etíope é o ano 2005;
-No calendário Hebraico é o ano 5773;
-No calendário Iraniano é o ano 1391;
-No calendário Islâmico é o ano 1435;
-No calendário Tailandês é o ano 2556;

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Os recordes dos carros

Mais Longo: Cadillac 70 (1971) - 6 405m







Mais Pequeno/Curto/Leve: Peel P50 (1962) - 1 340m/99cm/59kg










Mais Largo: Chrysler Imperial (1954) - 2 105m








Mais Alto: Fiat 60HP (1904) - 2 550m








Mais Baixo: Ford GT40 (1964) - 1 029m








Mais Pesado: Mercedes-Benz 770 (1930) - 4 800kg







Mais económico (gasóleo): Nissan Sentra (1984)








Mais económico (gasolina): Suzuki Swift (1986)








Mais rápido 0-100km: Ariel Atom (2005) - 2,3 seg.








Velocidade máxima: Bugatti Veyron (2005) - 431 km/h








Mais vendido: Volkswagen Carocha (1938) - 21 529 464 unidades vendidas

terça-feira, 27 de novembro de 2012

5 coisas a saber sobre os Camarões


1 - O nome "Camarões" foi dado pelos Portugueses que notaram uma grande abundância do marisco na região;

2 - O país é por vezes denominado como "Pequena África" pois contém praticamente todas as caracteristicas encontradas nas diversas nações do continente: Foi colonizado pelos Portugueses, as linguas oficiais são o Inglês e o Francês, o Islamismo e o Cristianismo são as religiões dominantes, tem montanhas, floresta tropical, deserto e savana;

3 - Entre 2004 e 2008 a dívida pública reduziu de 60% para 10%;

4 - A Alemanha colonizou o país no final do século XIX, tendo perdido os territórios com a derrota na 1ª Guerra Mundial;

5 - Os Camarões resultam da fusão de duas colónias (uma Inglesa e outra Francesa), sendo a parte Francesa maioritária. Devido a esse facto a parte Inglesa pretende a independência.

domingo, 28 de outubro de 2012

O "continente" Espanhol

Como sabemos a Espanha é constituída por um conjunto de regiões de culturas e tradições diversas, com algumas delas a mostrar um forte desejo de independência, com a Catalunha a ameaçar a secessão, aqui fica uma lista das regiões Espanholas:





Andaluzia - É a região mais populosa de Espanha e curiosamente as suas tradições e culturas como o flamenco ou a tourada são associadas no exterior à totalidade do país. Apesar de populosa a economia é frágil sendo a segunda região mais pobre de Espanha. Embora tenha alguns grupos separatistas, não é das regiões mais fortemente interessadas na independência;





Aragão - A região corresponde ao extinto Reino de Aragão, que foi bastante importante na Idade Média tendo províncias no Sul de Itália e Grécia, pelo que existem raízes de um sentimento de nacionalismo Aragonês forte, ainda para mais tem uma língua própria. No entanto a população procura apenas mais autonomia e não uma independência de Espanha;





Astúrias - Tal como no caso de Aragão, as suas fronteiras coincidem com o Reino das Astúrias que existiu na era Medieval, embora sem tanta preponderância quanto o de Aragão. Esta região apresenta dois dados curiosos, é a região da UE com menos fertilidade e também a menos religiosa. Os Asturianos no geral não procuram a independência, mas sim mais autonomia e a fusão com Leão de modo a formar uma comunidade mais forte;


Baleares - Como antiga parte integrante do Reino de Aragão que se estendia pela Catalunha, existe uma forte presença do Catalão no arquipélago. Apesar destes dados, o sentimento pró-Espanha é muito forte;


Canárias - Arquipélago descoberto pelos Portugueses, a apenas 100 km de África. Esta região tem uma curiosidade, pois conta com duas capitais: Santa Cruz e Las Palmas.
Apesar de mais remotas e contarem com alguma identidade como um dialecto e povos antigos, não existe um desejo acentuado de independência;





Cantábria - O paraíso dos paleontólogos e arqueólogos, pois é a região do mundo com mais locais de escavações dedicadas ao paleolítico.
Apesar de tal como no País Basco, a região estar cercada de montanhas, o que acaba por isolar as populações e por isso mesmo torná-las mais autónomas, a Cantábria não tem movimentos activos para a independência;





Castela-La Mancha - Aqui temos uma região complexa, a começar pelo nome. Castela corresponde ao país precursor da Espanha, sendo também uma região histórica que se estendia por outras regiões actuais. Ou seja não existe vontade de independência, mas sim de alargar o território de Castela de modo a corresponder à área que ocupava no passado. La Mancha era também uma região histórica (onde decorriam as aventuras de D. Quixote), mas que foi absorvida por Castela. O deseja de parte da população é criar de novo uma região própria;


Castela e Leão - É a maior região de Espanha. Tal como na região de Castela-La Mancha, os castelhanos querem juntar-se numa só região. Os Leoneses desejam ter a sua própria região autónoma, ainda para mais era historicamente um Reino independente, tendo estado na origem de Portugal, além disso têm um dialecto próprio que se estende ao nosso país, pois o Mirandês é parte integrante do Leonês;

Catalunha - As suas fronteiras correspondem às do antigo Principado da Catalunha que existiu na Idade Média até ser absorvido por Aragão. Juntamente com o País Basco é a região com maior sentimento de independência. No entanto se verificarmos as estatísticas, podemos concluir que existe um "empate". De facto 49% das pessoas apoiaria a independência mas apenas 37% é fluente em Catalão;
Comunidade de Madrid - É a região que engloba a capital do país. Foi formada para impedir benefícios para a região de Castela-La Mancha. Como seria de esperar devido à sua localização e características não existe qualquer desejo por independência;

Comunidade Valenciana - Apesar da sua proximidade com a Catalunha e possuir uma língua própria (Valenciano), semelhante ao Catalão, o sentimento de independência não é muito forte, com apenas 10% da população a desejar algum tipo de alteração no estado actual da região.

Estremadura - Uma das regiões mais pobres de Espanha e mais escassamente povoadas. Não existem movimentos fortes para independência ou até mesmo maior autonomia;
Galiza - É juntamente com a Catalunha e o País Basco, a região com cultura e língua própria mais diferenciada. No entanto apesar de movimentos activos de independência estes não são tão activos como no caso das outras duas regiões, apesar de curiosamente a população ser maioritariamente fluente em Galego (56%), o que não ocorre com o Catalão e o Basco.
La Rioja - É a região menos populosa e a segunda mais pequena, perdendo apenas para a Comunidade de Madrid. Não existe nenhum movimento de independência, a única "agitação" nesse sentido é a sua integração no País Basco, mas mesmo esse aspecto é desvalorizado;
Múrcia - Outra região pequena, mas deve a sua existência ao facto de ser histórica em Espanha. O único desejo de parte da população é restaurar a região histórica de Múrcia que era ligeiramente maior que a actual;
Navarra - É a região mais ecológica da Europa, estando perto de conseguir que 100% da energia produzida e consumida seja por meio de energias renováveis. Tal como no caso de Aragão as fronteiras da região correspondem ao do antigo Reino. Apesar do Reino de Navarra ter sido independente por quase 600 anos, não existe um movimento activo de independência, existindo sim um "problema" diferente. O norte da região identifica-se com o País Basco mas o sul não, o que levou a um artigo na constituição em que se o parlamento regional e a população tiverem o desejo de se unir aos Bascos, essa união entra logo em vigor;





País Basco - De todas as regiões é o que tem o sentimento de independência mais forte. No entanto apesar do que possa parecer, esse sentimento não é generalizado, por exemplo entre os jovens, cerca de 55% não é fluente em Basco e os independentistas localizam-se na sua maioria fora das grandes cidades. É a região mais rica de Espanha e fundadora de algumas das maiores empresas do país;